ONU apela por combate à cólera nos países africanos afetados por ciclone Idai

Diante dos danos provocados pelo ciclone Idai em Moçambique, impõe-se cobrir as necessidades de água e saneamento, e conter a propagação de doenças, orienta a Organização das Nações Unidas (ONU). segundo destacam em ONU

ONU apela por combate à cólera nos países africanos afetados por ciclone Idai
ONU apela por combate à cólera nos países africanos afetados por ciclone Idai (Foto: Denis Onyodi/Red Cross Red Crescent Climate Centre/via REUTERS)


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Prensa Latina - Diante dos danos provocados pelo ciclone Idai em Moçambique, impõe-se cobrir as necessidades de água e saneamento, e conter a propagação de doenças, orienta a Organização das Nações Unidas (ONU). segundo destacam em ONU.

O coordenador da ONU para assistência humanitária em Moçambique, Sebastian Rhodes, disse à imprensa acreditada na sede de Nações Unidas em Nova York por meio de uma comunicação telefônica, que uma das prioridades agora é garantir a assistência humanitária e evitar a propagação do cólera .

Já foram confirmados vários casos de cólera e a ONU prepara uma campanha de vacinação para conter a doença, detalhou Rhodes.

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Também é urgente abastecer com água potável as populações afetadas em Moçambique, sobretudo os menores de idade, que figuram entre os mais afetados.

A ONU organiza um comboio para a entrega de ajuda humanitária, mas ainda há várias comunidades sem comunicação devido às inundações.

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"Estamos chegando a certos lugares por meio de helicópteros e assim vamos determinando quais são as necessidades mais críticas", indicou Rhodes.

De acordo com um informe à imprensa, há quase 500 mortos em Moçambique e cerca de 1.500 feridos devido ao ciclone Idai. Cerca de 800 mil pessoas foram de alguma maneira afetadas pelo ciclone.

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Outro dos territórios onde ocorreram maiores danos é o Zimbabwe: aproximadamente 270 mil pessoas estão afetadas; houve ao menos 181 mortos, 175 lesionados e 330 desaparecidos, assinala o Escritório de Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).

A mesma entidade adverte que o número de mortos pode aumentar à medida que se faça contato com as áreas isoladas. Do mesmo modo, a OCHA realça que o impacto na segurança alimentar é muito significativo.

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Em Malawi, o Governo informa que cerca de 870 mil pessoas foram afetadas pelo ciclone, com 59 mortos e 672 feridos. Igualmente, estima-se que quase 87 mil pessoas foram desalojadas dos seus lares.

Segundo expressou na semana passada o secretário geral da ONU, António Guterres, o ciclone Idai aparece como uma das piores catástrofes humanitárias relacionadas com o clima na África.

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A ONU calcula que cerca de três milhões de pessoas foram afetadas pela passagem do ciclone Idai.

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