ONU apela ao G20 por diálogo contra guerra na Síria

Ban Ki-moon alertou que a “situação humanitária no país é catastrófica”. Em mais de dois anos de conflitos, cerca de 100 mil pessoas morreram e, diariamente, aproximadamente 2 mil tentam deixar o país em busca de abrigo

Ban Ki-moon alertou que a “situação humanitária no país é catastrófica”. Em mais de dois anos de conflitos, cerca de 100 mil pessoas morreram e, diariamente, aproximadamente 2 mil tentam deixar o país em busca de abrigo
Ban Ki-moon alertou que a “situação humanitária no país é catastrófica”. Em mais de dois anos de conflitos, cerca de 100 mil pessoas morreram e, diariamente, aproximadamente 2 mil tentam deixar o país em busca de abrigo (Foto: Roberta Namour)


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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, pediu aos líderes do G20 (grupo que reúne as maiores economias mundiais) que evitem uma guerra contra a Síria e busquem a solução negociada para o fim do impasse. Ele alertou que a “situação humanitária no país é catastrófica”. Em mais de dois anos de conflitos, cerca de 100 mil pessoas morreram e, diariamente, aproximadamente 2 mil tentam deixar o país em busca de abrigo.

“Há que se explorar formas de evitar maior militarização do conflito e promover a busca de uma solução política”, ressaltou o secretário que participa das discussões da cúpula do G20, em São Petersburgo, na Rússia. A presidenta Dilma Rousseff e os principais líderes políticos mundiais também estão presentes.

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“[Apelo para que o G20 e o Conselho de Segurança da ONU] reconheçam a necessidade de uma solução política para uma crise humanitária grave e trágica”, disse Ki-moon. “Estamos todos extremamente preocupados e queremos ver o fim do sofrimento do povo. O mundo deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para acabar com o sofrimento dos sírios”, acrescentou.

O secretário ressaltou que os países vizinhos à Síria, para os quais vai grande número de pessoas em busca de abrigo, receberam apenas 40% dos fundos necessários. Segundo ele, o dinheiro está limitado. “Devemos ajudar os vizinhos da Síria que tão generosamente acolheram os refugiados”, reiterou.

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*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Edição: Graça Adjuto

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