Onda de protestos na América do Sul já deixou ao menos 110 mortos
Nos últimos meses, manifestantes foram às ruas de países como Equador, Chile e Bolívia para protestar contra medidas políticas e econômicas dos governos de Lenín Moreno, Sebastián Piñera e também contra o golpe de Estado que obrigou a saída de Evo Morales do poder
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247 - Pelo menos 110 pessoas morreram em meio à onda de protestos que vem atingindo diversos países da América do Sul desde janeiro deste ano. A reportagem é do Portal UOL.
Na Venezuela, que passa por uma crise política há anos, a situação se agravou depois que o líder da oposição, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino do país. Ao menos 46 pessoas morreram, até hoje, em conflitos envolvendo apoiadores de Guaidó e do ditador Nicolás Maduro, que continua no governo da Venezuela.
Os confrontos violentos aconteceram também nos protestos nos demais países. Na Bolívia, organizações internacionais criticaram o "uso desproporcional da força militar e policial" contra apoiadores de Evo Morales. Em quase um mês de protestos, 23 pessoas morreram no país.
No Chile, a repressão das forças policiais deixou ao menos 23 mortos e outras centenas de pessoas perderam a visão.
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