O que explica a onda de calor que matou centenas no Canadá

No Canadá, foram registradas mais de 233 mortes súbitas causadas pela onda de calor que assola o Oeste do país

(Foto: JENNIFER GAUTHIER / REUTERS)


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247 - Autoridades da Colúmbia Britânica, província onde fica Vancouver e Lytton, no Canadá, receberam 233 avisos de mortes entre sexta-feira (25) e segunda-feira (28) por causa do calor.

A cidade de Lytton, a 250 km ao leste de Vancouver, teve, nesta terça-feira (29), pelo terceiro dia consecutivo o recorde de maior temperatura já registrada no Canadá: 49,5ºC.

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De acordo com o portal G1, a marca canadense está quase 5°C acima do recorde histórico de calor no Brasil, que é 44,7°C (atingida em novembro de 2005 em Bom Jesus do Piauí, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia).

Entenda

Além do Oeste do Canadá, o calor também foi registrado no Oeste dos Estados Unidos e foi causado por uma cúpula de ar quente de alta pressão estática que se estende da Califórnia aos territórios árticos. 

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Segundo a BBC, “especialistas dizem que a mudança climática deve aumentar a frequência de eventos climáticos extremos, como ondas de calor. No entanto, vincular qualquer evento único ao aquecimento global é complicado”.

No Canadá, o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, John Horgan, disse que a semana mais quente que a província já viveu levou a "consequências desastrosas para famílias e comunidades". As temperaturas no Canadá nunca haviam passado dos 45°C.

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Já nos EUA, o presidente Joe Biden se reunirá com governadores e oficiais do Corpo de Bombeiros, por ocasião do início da temporada anual de incêndios florestais na América do Norte e deve discutir o problema.

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