OMS elogia Mandetta e manda indireta para Bolsonaro
A organização pregou que todos os governos, "não só o Brasil", "tomem decisões baseadas em evidências"
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Revista Fórum - A Organização Mundial da Saúde (OMS) comentou nesta sexta-feira (17) sobre a demissão do ex-ministro da Saúde brasileiro, Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa.
Ao ser questionado por repórter da TV Globo, o diretor de programas de emergência da OMS, Michael Ryan, elogiou Mandetta e disse que os países precisam tomar decisões baseadas na ciência.
“Sim, nós estamos cientes de que o presidente do Brasil trocou o seu ministro da Saúde hoje. Eu gostaria de agradecer ao ministro pelo serviço dele ao povo”, afirmou.
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Reuters - A Organização Mundial da Saúde (OMS) está ajudando o Brasil a adquirir milhões de testes PCR para detecção do novo coronavírus, disse nesta sexta-feira o principal especialista em emergências da entidade, Mike Ryan, acrescentando que os testes devem chegar ao país na próxima semana.
Em um briefing a respeito da pandemia, Ryan afirmou também que a OMS não tem certeza sobre se a presença de anticorpos no sangue fornece proteção total contra a reinfecção pelo coronavírus.
O especialista disse que mesmo que os anticorpos sejam eficazes, há poucos sinais de que um grande número de pessoas os tenha desenvolvido e de que haja o início da chamada “imunidade de grupo” para uma parcela mais ampla da população.
“Muitas informações preliminares chegando a nós neste momento sugerem que uma porcentagem muito pequena da população tenha soroconvertido (para produzir anticorpos)”, afirmou Ryan.
“(Em relação à) expectativa de que a maior parte da sociedade possa desenvolver os anticorpos, as evidências gerais apontam contra isso, então isso pode não solucionar o problema dos governos”, acrescentou.
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