OMS diz que não foi necessariamente na China que o coronavírus passou de animais para humanos

Embora os primeiros casos da pneumonia atípica tenham sido relatados em Wuhan, na China, isso não significa necessariamente que foi lá que a doença Covid-19 foi transmitida de animais para humanos, comentou o Dr. Michael Ryan, diretor executivo do Programa de Emergências da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Chefe do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan
Chefe do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan (Foto: Reuters)


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Xinhua - O Dr. Michael Ryan, diretor executivo do Programa de Emergências da Saúde da OMS, disse em uma coletiva de imprensa de rotina sobre a Covid-19, na segunda-feira (3), que um "estudo epidemiológico retrospectivo muito mais abrangente" deveria ser realizado para compreender plenamente as ligações entre os casos.

Ele enfatizou a necessidade de iniciar estudos sobre os primeiros casos entre humanos, a fim de buscar sistematicamente o "primeiro sinal em que a barreira animal-humana foi atravessada", antes de passar para os estudos relacionados aos animais.

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A equipe avançada da OMS que viajou à China em preparação para uma missão internacional de identificação da fonte zoonótica da Covid-19 concluiu sua missão recentemente, de acordo com o especialista da OMS. Estudos futuros se basearão nas investigações iniciais feitas por especialistas chineses em torno do mercado de frutos do mar de Wuhan.

Ryan também observou que a OMS está progredindo para chegar a um acordo com a equipe internacional e assegurar que a perícia adequada seja estabelecida para trabalhar com os homólogos chineses na elaboração e execução de estudos adicionais.

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