Ômicron pode infectar mais e matar menos, dizem especialistas

A hipótese mais provável para o elevado número de mutações da ômicron (três vezes mais do que o verificado na variante Delta) é a de que ela tenha se desenvolvido em um paciente imunodeprimido que abrigou a variante Alpha por muito tempo na África do Sul

(Foto: Pixabay)


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247 - Cientistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo dizem que a ômicron, nova variante da covid-19, pode infectar mais, porém com menos letalidade. Segundo os especialistas, a cepa que foi descoberta na África do Sul apresenta 50 mutações sendo 30 delas localizadas na chamada proteína spike, que permite a entrada do vírus nas células humanas e é um dos principais alvos das vacinas contra a Covid-19.

De acordo com os cientistas, a hipótese mais provável para o elevado número de mutações  da ômicron (três vezes mais do que o verificado na variante Delta) é a de que ela tenha se desenvolvido em um paciente imunodeprimido que abrigou a variante Alpha por muito tempo na África do Sul. 

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Assim como as demais variantes, os especialistas acreditam que a cada mutação, a tendência é a de que fiquem mais transmissíveis e menos letais.

Ao menos 14 países já têm casos confirmados da ômicron. 

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