OLP não negociará paz caso EUA não revejam decisão sobre Jerusalém

Palestinos disseram que não retomarão as negociações de paz com Israel até que os EUA anulem o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense; "A liderança palestina não aceitará nenhuma oferta para as negociações a menos que a decisão americana sobre Jerusalém seja cancelada", declarou  o secretário-geral da Organização para a Liberdade da Palestina (OLP), Saeb Erekat; desde a decisão em dezembro do presidente dos EUA, Donald Trump, os palestinos consideram os EUA desacreditados como mediadores de um futuro processo de paz

Palestinos disseram que não retomarão as negociações de paz com Israel até que os EUA anulem o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense; "A liderança palestina não aceitará nenhuma oferta para as negociações a menos que a decisão americana sobre Jerusalém seja cancelada", declarou  o secretário-geral da Organização para a Liberdade da Palestina (OLP), Saeb Erekat; desde a decisão em dezembro do presidente dos EUA, Donald Trump, os palestinos consideram os EUA desacreditados como mediadores de um futuro processo de paz
Palestinos disseram que não retomarão as negociações de paz com Israel até que os EUA anulem o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense; "A liderança palestina não aceitará nenhuma oferta para as negociações a menos que a decisão americana sobre Jerusalém seja cancelada", declarou  o secretário-geral da Organização para a Liberdade da Palestina (OLP), Saeb Erekat; desde a decisão em dezembro do presidente dos EUA, Donald Trump, os palestinos consideram os EUA desacreditados como mediadores de um futuro processo de paz (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Brasil - Os palestinos disseram nesta terça-feira (9) que não retomarão as negociações de paz com Israel até que os EUA anulem o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense. A informação é da Agência EFE.

"A liderança palestina não aceitará nenhuma oferta para as negociações a menos que a decisão americana sobre Jerusalém seja cancelada", declarou nesta terça-feira o secretário-geral da Organização para a Liberdade da Palestina (OLP), Saeb Erekat, à emissora de rádio Voz da Palestina.

Desde a declaração em 6 de dezembro do presidente dos EUA, Donald Trump, os palestinos suspenderam os contatos com os americanos e os consideram desacreditados como mediadores de um futuro processo de paz.

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O presidente palestino, Mahmoud Abbas, cancelou a reunião prevista em dezembro com o vice-presidente americano, Mike Pence, que finalmente adiou sua visita oficial a Israel para 22 de janeiro, segundo anunciou ontem a Casa Branca.

Após a suspensão dos contatos, Trump condicionou o financiamento aos palestinos à volta à mesa de negociações e ameaçou suspender os fundos da UNRWA, a agência das Nações Unidas para os refugiados palestinos.

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O governante americano sugeriu que o assunto sobre Jerusalém, um dos históricos empecilhos nas negociações, ficasse fora da mesa de negociações, o que facilitaria o seu reatamento.

No entanto, os palestinos se opõem a esta estratégia e reivindicam a parte Leste de Jerusalém, ocupada por Israel desde 1967 e anexada em 1980 contra a lei internacional, como capital do seu futuro Estado.

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Erekat manifestou que a atual Administração americana procura impor ditados à liderança palestina ao adotar a posição israelense para liquidar a causa palestina "desmantelando a UNRWA, cortando ajudas, matando de fome os refugiados e fechando colégios".

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