Obama quer apoio do Congresso para atacar a Síria

"Não podemos e não iremos fechar os olhos para o que aconteceu em Damasco", disse Obama durante declarações na Casa Branca; antes do ataque, ele busca apoio dos parlamentares

"Não podemos e não iremos fechar os olhos para o que aconteceu em Damasco", disse Obama durante declarações na Casa Branca; antes do ataque, ele busca apoio dos parlamentares
"Não podemos e não iremos fechar os olhos para o que aconteceu em Damasco", disse Obama durante declarações na Casa Branca; antes do ataque, ele busca apoio dos parlamentares (Foto: Leonardo Attuch)


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Kelly Oliveira e Marcelo Brandão
Repórteres da Agência Brasil

Brasília – Os Estados Unidos estão prontos para uma intervenção militar na Síria, declarou hoje (31) o presidente norte-americano Barack Obama, em pronunciamento na Casa Branca. Obama ressaltou, porém, que vai pedir o aval do Congresso americano, que está em recesso até 9 de setembro.

O presidente disse que não espera a concordância de todos os países com a ação militar na Síria, mas pediu que aqueles que estiverem de acordo declarem isso publicamente. Ele afirmou que tomará a decisão mesmo sem aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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Segundo o chefe do governo americano, o governo sírio cometeu violência contra a dignidade humana e fere a segurança dos Estados Unidos, uma vez que pode estimular o uso de armas químicas e proliferação de grupos terroristas. Obama reforçou que considera o governo sírio responsável pelo ataque ao próprio povo. Ele destacou que os Estados Unidos têm de que agir diante desse ato na Síria, que, conforme relatos de serviços secretos americanos, provocou a morte de mais de mil pessoas, entre elas crianças.

A oposição e países ocidentais acusam o regime de Bashar Al Assad de ter usado gás tóxico no ataque do dia 21 deste mês, nos arredores de Damasco, capital síria. O governo sírio rejeita as acusações e atribui a responsabilidade pelo ataque aos rebeldes.

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O conflito na Síria já fez, desde março de 2011, mais de 100 mil mortos e levou o país a ser suspenso dos trabalhos da Liga Árabe.

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