Obama: não nos deixaremos intimidar pelos jihadistas

Declaração foi feita após a execução do jornalista Steven Sotloff; presidente norte-americano, Barack Obama, acrescentou que neutralizar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) "vai levar tempo", mas que o objetivo é que o EI "deixe de ser uma ameaça" à região

Obama faz declaração sobre situação no Iraque nesta quinta-feira.  REUTERS/Kevin Lamarque
Obama faz declaração sobre situação no Iraque nesta quinta-feira. REUTERS/Kevin Lamarque (Foto: Roberta Namour)


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Da Agência Lusa - O presidente norte-americano, Barack Obama, declarou hoje (3) que os Estados Unidos "não se vão deixar intimidar" pela execução do jornalista Steven Sotloff, momentos depois de a Casa Branca ter confirmado a autenticidade do vídeo.

Em entrevista, Obama acrescentou que neutralizar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) "vai levar tempo", mas que o objetivo é que o EI "deixe de ser uma ameaça" à região.

Antes, a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Caitlin Hayden, tinha anunciado que "os serviços de informações norte-americanos analisaram o vídeo divulgado [na terça-feira], no qual se vê o cidadão norte-americano Steven Sotloff, e consideraram que ele é autêntico".

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Catorze dias após a decapitação do jornalista norte-americano James Foley, o EI executou Steven Sotloff, sequestrado em agosto do ano passado na Síria, de acordo com um vídeo divulgado pelo Grupo de Vigilância de Sites Fundamentalistas Islâmicos. As imagens suscitaram uma onda de indignação mundial.

Obama, que qualificou o EI "de câncer", determinou ontem o envio de 350 soldados para Bagdá, a fim de proteger funcionários e instalações diplomáticas. Esse contingente junta-se aos 470 soldados já destacados desde o início da ofensiva jihadista, em junho.

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Desde 9 de junho, o EI conquistou áreas do território ao norte, a oeste e leste de Bagdá, perante a retirada das Forças Armadas iraquianas.

Fortalecido pelo êxito militar no Iraque e na Síria, o movimento proclamou a criação de um "califado" entre os dois países, nas zonas que controla e nas quais é acusado de perseguir as minorias, de realizar execuções sumárias e violações.

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