Obama diz que tentará solução diplomática para Síria
Em pronunciamento na TV, presidente dos EUA disse que pediu ao Congresso para adiar uma possível ação militar no país, após a proposta da Rússia de que o regime de Bashar Al Assad entregue seu arsenal de armas químicas ao controle internacional. Segundo ele, o governo sírio distribuiu máscaras antigás para seus soldados antes do ataque do dia 21 de agosto. Análises de sangue e cabelos das vítimas também teriam demonstrado a presença do gás sarin
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Da BBC Brasil
Brasília - O presidente americano Barack Obama disse que a votação do Congresso sobre uma possível ação militar na Síria será adiada para que os Estados Unidos busquem uma solução diplomática para o conflito após a proposta da Rússia.
Em um pronunciamento pela televisão na noite de ontem (10), Obama esclareceu a posição dos Estados Unidos em relação ao conflito na Síria. Ele disse que o uso de armas químicas nos subúrbios de Damasco no dia 21 de agosto mudou sua forma de pensar.
"Nós não podemos resolver a guerra civil alheia pela força", declarou. "Mas a situação na Síria mudou depois que o governo sírio fez um ataque químico, matando mais de mil pessoas." O presidente defendeu que os Estados Unidos devem fazer um ataque militar limitado na Síria, para "evitar o uso futuro" de armas químicas.
No entanto, ele disse ter pedido ao Congresso americano que adiasse a votação a respeito do ataque, após a proposta da Rússia de que a Síria entregue seu arsenal de armas químicas ao controle internacional.
Falando da Casa Branca, Obama declarou que "ainda é cedo para dizer se a oferta da Rússia terá êxito". "Qualquer acordo deve certificar-se de que o regime de Assad mantenha seus compromissos. Mas essa iniciativa tem o potencial de remover a ameaça de armas químicas sem o uso da força", disse.
O líder americano declarou novamente que o regime de Bashar Al Assad foi o responsável pelo ataque químico. Segundo ele, o governo sírio distribuiu máscaras antigás para seus soldados antes do ataque do dia 21 de agosto. Análises de sangue e cabelos das vítimas também teriam demonstrado a presença do gás sarin.
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