Obama amplia papel de forças dos EUA no Afeganistão

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concedeu aos militares do seu país uma capacidade maior para acompanhar e treinar as forças afegãs que combatem a insurgência do Taliban, uma medida para auxiliá-las de forma mais proativa no campo de batalha, decisão também permitirá um uso maior do poderio aéreo norte-americano, particularmente um apoio aéreo mais constante

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concedeu aos militares do seu país uma capacidade maior para acompanhar e treinar as forças afegãs que combatem a insurgência do Taliban, uma medida para auxiliá-las de forma mais proativa no campo de batalha, decisão também permitirá um uso maior do poderio aéreo norte-americano, particularmente um apoio aéreo mais constante
Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concedeu aos militares do seu país uma capacidade maior para acompanhar e treinar as forças afegãs que combatem a insurgência do Taliban, uma medida para auxiliá-las de forma mais proativa no campo de batalha, decisão também permitirá um uso maior do poderio aéreo norte-americano, particularmente um apoio aéreo mais constante (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concordou em conceder aos militares do seu país uma capacidade maior para acompanhar e treinar as forças afegãs que combatem a resistente insurgência do Taliban, uma medida para auxiliá-las de forma mais proativa no campo de batalha, disse uma autoridade dos EUA à Reuters.

O funcionário de alto escalão da Defesa, que falou sob condição de anonimato, afirmou que a decisão também permitirá um uso maior do poderio aéreo norte-americano, particularmente um apoio aéreo mais constante. Mas ele alertou: "Isso não é uma ordem abrangente para visar o Taliban".

A decisão de Obama volta a redefinir o papel de apoio dos EUA no conflito acirrado do Afeganistão mais de um ano depois de forças internacionais terem encerrado sua missão de combate e deixado esse fardo para as tropas afegãs.

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A medida também vem à tona antes da decisão amplamente aguardada do mandatário a respeito da continuidade, ou não, da redução já programada de tropas norte-americanas no país – das cerca de 9.800 atuais para 5.500 até o início de 2017.

Na semana passada, um grupo de generais aposentados e diplomatas veteranos exortaram Obama a descartar estes planos, alertando que eles podem minar a luta contra o Taliban afegão, cujo líder foi morto por um ataque de drone (aeronave não-tripulada) dos EUA no Paquistão no mês passado.

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Conforme a nova política, o comandante norte-americano no Afeganistão, general John Nicholson, poderá decidir quando é apropriado para soldados dos EUA acompanharem forças afegãs convencionais em batalha – algo que até agora só vinham fazendo com forças especiais afegãs, disse o funcionário.

Os poderes ampliados só deverão ser empregados "naquelas instâncias selecionadas nas quais seu envolvimento pode proporcionar efeitos estratégicos no campo de batalha", afirmou.

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Isso significa que não se deve esperar que as forças dos EUA acompanhem soldados afegãos em missões cotidianas.

"Esta flexibilidade adicional... tem o apoio total do governo afegão e irá ajudar os afegãos em um momento importante para o país", disse a autoridade.

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