O mundo pressiona o governo da Síria

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, declarou que, após o "pavoroso massacre", que matou pelo menos 90 pessoas, o regime do presidente Bashar Al Assad, baseado em "assassinato e medo", precisa chegar ao fim

O mundo pressiona o governo da Síria
O mundo pressiona o governo da Síria (Foto: Reuters)


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Agência Brasil - A comunidade internacional intensificou a pressão sobre o governo sírio, após o massacre na cidade de Houla, na sexta-feira (25) que, segundo a ONU, deixou ao menos 90 mortos, incluindo 32 crianças de menos de 10 anos. O ministro do Exterior britânico, William Hague, pediu a realização de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU esta semana e disse estar conversando com aliados a respeito de "uma dura resposta internacional".

"Nossa prioridade é estabelecer os detalhes desse terrível crime e agir rapidamente para garantir que os responsáveis sejam identificados e punidos", disse Hague.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, declarou que, após o "pavoroso massacre", o regime do presidente Bashar Al Assad, baseado em "assassinato e medo", precisa chegar ao fim.

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União Europeia, Liga Árabe, França e Alemanha também condenaram o incidente, enquanto o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o enviado especial à Síria, Kofi Annan, emitiram uma declaração conjunta na qual condenam as mortes em Houla como uma flagrante violação da lei internacional e exigem que a Síria interrompa imediatamente o uso de armas pesadas em áreas populosas.

O ataque, feito após manifestações contra o regime sírio, é considerado um dos mais sangrentos desde o início da revolta contra o governo do presidente Bashar Al Assad, em março do ano passado.
A cidade de Houla, na província de Homs, na região central do país, foi atingida por bombardeios das forças armadas sírias.

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Ativistas dizem que algumas das vítimas morreram no ataque, enquanto outras foram sumariamente executadas por milícias ligadas aos governo, conhecidas como shabiha. As autoridades sírias negam responsabilidade e creditam os ataques a "gangues de terroristas armados".

Com informações da BBC Brasil

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