“O fascismo usa o medo. Não é só Trump, Bolsonaro é igualmente ruim”
O cineasta Spike Lee evita mencionar o nome do presidente dos EUA, Donald Trump, e prefere chamá-lo de "agente laranja" ou, algumas vezes, de "filho da puta"; Lee faz um alerta para uma onda de conservadorismo em nível internacional. "Não é só o agente laranja, o do Brasil [o presidente eleito Jair Bolsonaro] é igualmente ruim. Ocorre em nível global. Temos de combater essas pessoas"
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247 - O cineasta Spike Lee evita mencionar o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e prefere chamá-lo de "agente laranja" ou, algumas vezes, de "filho da puta". "Na minha cabeça soa melhor assim", afirma, enquanto ri.
Lee também alerta para uma onda de conservadorismo em nível internacional. "Não é só o agente laranja, o do Brasil [o presidente eleito Jair Bolsonaro] é igualmente ruim. Ocorre em nível global. Temos de combater essas pessoas", afirmou ele durante entrevista ao jornal El País.
De acordo com o cineasta, os conservadores "usam o medo das pessoas". "Isso não é novo, é a forma como o fascismo costuma jogar", disse.
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