O desastre macriano na Argentina será o Brasil de amanhã?

Reportagem de Cauê Ameni e Hugo Albuquerque na CartaCapital destaca que restauração neoliberal de Macri provoca recessão, desemprego e disparada de preços. Popularidade despenca e apenas a grande mídia comemora. "Será o futuro de Temer?", questionam os jornalistas

Reportagem de Cauê Ameni e Hugo Albuquerque na CartaCapital destaca que restauração neoliberal de Macri provoca recessão, desemprego e disparada de preços. Popularidade despenca e apenas a grande mídia comemora. "Será o futuro de Temer?", questionam os jornalistas
Reportagem de Cauê Ameni e Hugo Albuquerque na CartaCapital destaca que restauração neoliberal de Macri provoca recessão, desemprego e disparada de preços. Popularidade despenca e apenas a grande mídia comemora. "Será o futuro de Temer?", questionam os jornalistas (Foto: Gisele Federicce)


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Por Cauê Ameni e Hugo Albuquerque na CartaCapital - Era para ter sido só mais uma sexta-feira de inverno em Mar del Plata. Tudo se resolveria com um discurso simples, recheado de lugares comuns e uma partida tranquila. Contudo, Maurício Macri, presidente da Argentina, não conseguiu discursar mais do que dez minutos. Ele não resistiu às – nada metafóricas – pedradas desferidas pela multidão aos gritos de "Macri, basura [lixo], vos sos la ditadura". O líder argentino encerrou seu breve discurso e entrou rapidamente no carro oficial, cercado pelos manifestantes.

Qualquer semelhança com o sumiço do então "presidente" Michel Temer, que quebrou o protocolo ao pedir que seu nome não fosse anunciado na abertura das Olimpíadas e seu desaparecimento no encerramento, além das vaias ensurdecedoras na abertura das Paraolimpíadas, não são meras coincidências.

Macri chegou ao poder prometendo reduzir a inflação, a pobreza e o desemprego, além de tentar acalmar os ânimos na polarização política. Entretanto, os primeiros efeitos são exatamente o contrário. Embora esteja no poder em virtude do voto, representa setores com agendas políticas parecidas às que aqui sustentam Temer. Como chegou ao poder um pouco antes, a Argentina já sente o peso das medidas de austeridade mais claramente.

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