Número de mortos nas Filipinas supera 5.700

Segundo o Centro Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres, o Tufão Haiyan afetou ainda 10 milhões de pessoas, deixou mais de 26 mil feridos e 1.779 desaparecidos

Survivors stand by messages asking for help for their community in an area totally devastated by Typhoon Haiyan in Tacloban November 21, 2013. As millions of dollars pour in for more than four million left homeless by a typhoon in the central Philippines,
Survivors stand by messages asking for help for their community in an area totally devastated by Typhoon Haiyan in Tacloban November 21, 2013. As millions of dollars pour in for more than four million left homeless by a typhoon in the central Philippines, (Foto: Gisele Federicce)


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Da Agência Brasil*

Manila – As autoridades das Filipinas elevaram para 5.719 o número de mortos durante a passagem do Tufão Haiyan, que devastou, em 8 de novembro, a região central do arquipélago. Segundo o Centro Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres, o tufão, que afetou 10 milhões de pessoas, deixou mais de 26 mil feridos e 1.779 desaparecidos. Dos mais de 3 milhões de deslocados, apenas 96.474 se encontram atualmente em centros de abrigo, sobretudo nas ilhas de Leyte e Samar.

De acordo com o mais recente relatório da instituição, os danos causados pelo Haiyan ultrapassam 30 bilhões de pesos (514 milhões de euros). Para as Nações Unidas, é urgente angariar mais fundos para ajudar os sobreviventes do tufão.

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"As consequências do Tufão Haiyan trouxeram muitas necessidades, precisamos de apoio para que o povo se recupere", destacou, em entrevista, a coordenadora de Assuntos Humanitários da ONU nas Filipinas, Luísa Carvalho, destacando, entre as prioridades, "providenciar casas e reconstruir a vida" dos afetados pela catástrofe.

Segundo as Nações Unidas, algumas comunidades que dependem da pesca perderam as embarcações e os meios para desenvolver a atividade, e os agricultores carecem de ferramentas, sementes e fertilizantes para cultivar os campos e não depender da distribuição da ajuda humanitária.

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O Haiyan, com ventos até 315 quilômetros por hora, foi o tufão mais forte e o segundo em número de mortes na história recente das Filipinas.

*Com informações da Agência Lusa

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