Netanyahu: “não permitiremos que Irã tenha armas nucleares”

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não permitirá que o Irã obtenha armas nucleares, após condenar as declarações do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, que disse que Israel é "um tumor maligno" que precisa ser "removido"

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não permitirá que o Irã obtenha armas nucleares, após condenar as declarações do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, que disse que Israel é "um tumor maligno" que precisa ser "removido"
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não permitirá que o Irã obtenha armas nucleares, após condenar as declarações do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, que disse que Israel é "um tumor maligno" que precisa ser "removido" (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência EFE

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta terça-feira (5) que não permitirá que o Irã obtenha armas nucleares, após condenar as declarações do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, que disse que Israel é "um tumor maligno" que precisa ser "removido".

"O aiatolá Khamenei declarou que a sua intenção era destruir o Estado de Israel. Ontem, explicou como faria: com enriquecimento ilimitado de urânio para produzir um arsenal de bombas nucleares. Não estamos surpresos. Não permitiremos que o Irã tenha armas nucleares", disse Netanyahu em um vídeo divulgado por seu escritório.

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Segundo o aiatolá, os "inimigos" querem dominar a República Islâmica mediante "pressões econômica e psicológica" e pediu pela continuidade do desenvolvimento dos programas nucleares e de mísseis perante estas supostas ameaças.

No domingo passado, Khamenei fez uma crítica a Israel na sua conta do Twitter.

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"Nossa postura contra Israel é a mesma postura que sempre tomamos. #Israel é um tumor cancerígeno maligno na região da Ásia Ocidental que precisa ser removido e erradicado: é possível e acontecerá", escreveu ele, seguido da hashtag da Grande Marcha do Retorno (#GreatReturnMarch), a campanha de protestos palestinos que começou há dois meses em Gaza para reivindicar o direito ao retorno dos refugiados.

Israel considera que o Irã é sua maior "ameaça existencial" e se opõe ao pacto nuclear iraniano que limita e vigia o programa atômico em troca da suspenção das sanções internacionais contra o Executivo em Teerã, assinado em 2015 por França, Alemanha, Reino Unido, Rússia, China e Estados Unidos e que este último saiu em maio.

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Recentemente, o chefe de governo israelense revelou arquivos que, segundo ele, demonstram que o Irã fez um programa para desenvolver armas atômicas. Esta semana, Netanyahu viaja para a Europa para convencer os países signatários do continente sobre o perigo que o Irã representa e da necessidade de vetar o desenvolvimento nuclear.

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