Netanyahu amplia massacre e mata mais 60 palestinos

Responsável direto por um dos maiores banhos de sangue dos últimos anos no Oriente Médio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já pode somar mais 60 cadáveres ao seu estoque; eles foram mortos neste domingo, em mais um bombardeio feito pelo exército israelense; corpos estavam espalhados pela rua, enquanto milhares de pessoas fugiam para um hospital repleto de feridos; ontem, primeiro-ministro turco, Racyyp Erdogan, disse que, em barbárie, governo de Netanyahu supera Hitler; em diversas cidades, até mesmo de Israel, houve manifestações contra a matança impune de palestinos, quase todos civis e muitas crianças

Responsável direto por um dos maiores banhos de sangue dos últimos anos no Oriente Médio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já pode somar mais 60 cadáveres ao seu estoque; eles foram mortos neste domingo, em mais um bombardeio feito pelo exército israelense; corpos estavam espalhados pela rua, enquanto milhares de pessoas fugiam para um hospital repleto de feridos; ontem, primeiro-ministro turco, Racyyp Erdogan, disse que, em barbárie, governo de Netanyahu supera Hitler; em diversas cidades, até mesmo de Israel, houve manifestações contra a matança impune de palestinos, quase todos civis e muitas crianças
Responsável direto por um dos maiores banhos de sangue dos últimos anos no Oriente Médio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já pode somar mais 60 cadáveres ao seu estoque; eles foram mortos neste domingo, em mais um bombardeio feito pelo exército israelense; corpos estavam espalhados pela rua, enquanto milhares de pessoas fugiam para um hospital repleto de feridos; ontem, primeiro-ministro turco, Racyyp Erdogan, disse que, em barbárie, governo de Netanyahu supera Hitler; em diversas cidades, até mesmo de Israel, houve manifestações contra a matança impune de palestinos, quase todos civis e muitas crianças (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prossegue à frente de um dos maiores banhos de sangue da história do Oriente Médio. Neste domingo, pelo menos 50 palestinos, a maioria civis, foram brutalmente assassinados, após mais um bombardeio do exército israelense.

Netanyahu conduz a ofensiva área e terrestre, alheio aos protestos que ocorrem em várias cidades do mundo contra a matança. Ontem, o primeiro-ministro turco, Racyyp Erdogan, afirmou que Israel conseguiu superar, em barbárie, a Alemanha de Hitler (leia aqui). Os israelenses, no entanto, contam com o apoio incondicional dos Estados Unidos, cujo presidente, Barack Obama, defendeu o "direito de Israel de se defender". Sobre a tema, a presidente Dilma Rousseff condenou a "reação desproporcional" de Israel ao Hamas.

Israel justifica a violência alegando que foi Hamas que rompideu o cessar-fogo acordado por razões humanitárias que estava em vigor até as 9h30 (horário de Brasília) em Shejaiya, um bairro de Gaza.

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Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre este domingo sangrento:

Mais de 70 mortos depois das últimas ofensivas de Israel em Gaza

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Por Nidal al-Mughrabi e Jeffrey Heller

GAZA/JERUSALEM (Reuters) - Mais de 60 palestinos e 13 soldados israelenses foram mortos no ataque de Israel a um bairro de Gaza neste domingo, no episódio mais sangrento da ofensiva de duas semanas na qual os israelenses enfrentam militantes.

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O presidente palestino Mahmoud Abbas acusou Israel de conduzir um massacre em Shejaia, nos subúrbios ao leste da cidade de Gaza, e declarou três dias de luto oficial. 

O exército israelense afirmou que o alvo dos ataques eram militantes do grupo Hamas, que supostamente estavam disparando mísseis de Shejaia, onde os militantes teriam construído túneis e centros de comando. O exército de Israel afirmou que pediu que a população civil evacuasse o local dois dias antes do ataque. 

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Foi o maior número de mortos entre militares israelenses em um dia desde um conflito contra as guerrilhas do Hezbollah, no Líbano, em 2006. 

Fontes do exército afirmaram que sete dos 13 soldados mortos estavam em um veículo blindado de transporte de militares que foi atingido por um disparo de uma artilharia anti-tanques. Os outros foram mortos enquanto ocupavam posições em casas que haviam sido tomadas pelos israelenses. 

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Residentes da região deixaram as ruas do conflito de domingo, repletas de corpos e destroços, e muitos se abrigaram no hospital Shifa de Gaza. 

Lamentos e perguntas como "Você viu Ahmed?" ou "Você viu minha esposa?" ecoavam no pátio do hospital. Na parte de dentro, mortos e feridos eram vistos deitados no chão manchado de sangue.

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O diretor do hospital de Shifa, Naser Tattar, disse que 17 crianças, 14 mulheres e quatro idosos estavam entre os 62 mortos, e cerca de 400 pessoas foram feridas no ataque de Israel. 

Autoridades do ministério da Saúde de Gaza disseram que outros 37 palestinos foram mortos neste domingo, levando o total de mortos em Gaza desde o início dos bombardeios israelenses em 8 de julho para 433, muitos deles, civis. 

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No total, 18 soldados israelenses e dois civis foram mortos desde que a ofensiva foi lançada em resposta, segundo Israel, ao aumento dos disparos de foguetes por militantes palestinos.

Os combatentes palestinos mantiveram os disparos de foguetes contra Israel neste domingo. Sirenes soaram em cidades do sul de Israel e na região metropolitana de Tel Aviv. Não houve nenhum relato de casualidades depois desses últimos episódios. 

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