Na Síria em guerra, ajuda após terremoto tem obstáculos

O conflito de quase 12 anos complica as condições para chegada de auxílio após tremor devastador

Pessoas se reúnem enquanto equipes de resgate procuram sobreviventes sob os escombros, após um terremoto, na cidade controlada por rebeldes de Jandaris, Síria, 6 de fevereiro de 2023
Pessoas se reúnem enquanto equipes de resgate procuram sobreviventes sob os escombros, após um terremoto, na cidade controlada por rebeldes de Jandaris, Síria, 6 de fevereiro de 2023 (Foto: REUTERS/Khalil Ashawi)


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Deutsche Welle - O sol ainda não tinha nascido quando um primeiro tremor violento acordou Khawla (nome fictício) e seus dois irmãos na cidade síria de Idlib. "Estávamos com tanto medo; no início não sabíamos o que tinha acontecido", diz ao telefone. "Não havia a opção de sair de casa. Meus dois irmãos estão doentes, o frio está congelante. Aonde iríamos?", questiona.

Então, junto com seus vizinhos, a família entregou o destino à sorte. A casa tremeu, mas ainda está de pé. "Muitos prédios agora correm ainda mais risco de desabar. Mas não há abrigos de emergência aqui, não há lugares seguros. Há pessoas que, por medo, estão na rua ou sentadas em seus carros desde ontem à noite", relata – mesmo a temperaturas baixíssimas.

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 Khawla, de 47 anos, é de Idlib, capital da província de mesmo nome, último reduto rebelde no noroeste da Síria, perto da fronteira turca. Imagens de sírios sendo retirados dos escombros se tornaram uma visão comum nos últimos 12 anos de guerra civil no país. Mas, desta vez, não foram ataques aéreos os responsáveis, e sim um fenômeno natural.

Leia a íntegra na DW.

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