Na ONU, indígenas denunciam Bolsonaro por promover genocídio e extermínio
Uma semana depois de os ministros brasileiros Ernesto Araújo e Damares Alves terem usado a tribuna da ONU para vender a ideia de que o governo estava fazendo sua parte para combater a pandemia da covid-19, o Conselho de Direitos Humanos da ONU é palco de denúncias de genocídio contra Jair Bolsonaro
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247 - O jornalista Jamil Chade, em sua coluna no portal UOL, relata que, “uma semana depois de os ministros brasileiros Ernesto Araújo e Damares Alves terem usado a tribuna da ONU para vender a ideia de que o governo estava fazendo sua parte para combater a pandemia da covid-19, o Conselho de Direitos Humanos da ONU é palco de denúncias de genocídio contra Jair Bolsonaro”.
Segundo o jornalista, ‘as queixas não resultarão em uma ação imediata pela comunidade internacional. Mas aprofundam o constrangimento internacional do Brasil e, segundo diplomatas estrangeiros ouvidos pela coluna, evidencia que o discurso oficial dos representantes brasileiros vive ‘uma crise de credibilidade’. ‘A pressão é grande sobre o Brasil neste momento’, admite um representante de um governo europeu”.
“Uma das queixas foi apresentada por algumas das principais entidades que representam povos indígenas no Brasil. Para eles, há uma ‘política de extermínio’ e o ‘genocídio’ promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro”, acrescenta.
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