Na OMC, Brasil defende manutenção das patentes das vacinas

Em reunião da OMC com algumas das maiores economias do mundo, empresas farmacêuticas e especialistas, além da OMS e atores internacionais, o Itamaraty eixou claro que prefere buscar acordos com empresas farmacêuticas para obter vacinas contra a Covid-19

Logo da Organização Mundial do Comércio, OMC
Logo da Organização Mundial do Comércio, OMC (Foto: Reuters)


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247 - O governo brasileiro reforçou a postura contrária à quebra de patentes das vacinas contra a Covid-19 em reunião da OMC (Organização Mundial do Comércio) nesta quarta-feira (14) com algumas das maiores economias do mundo, empresas farmacêuticas e especialistas, além da OMS e atores internacionais. 

O Itamaraty deixou claro que prefere buscar acordos com empresas farmacêuticas. "Os direitos de propriedade intelectual são incentivos de mercado fundamentais para a inovação e devem ser protegidos de forma sustentada", disse o Secretário de Assuntos Econômicos e Comércio Exterior do Itamaraty, embaixador Sarquis B. J. Sarquis, conforme reportado na coluna de Jamil Chade, no Uol.

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Atualmente, mais de 80% das vacinas contra a Covid-19 foram distribuídas para os países mais ricos do mundo e os grandes emergentes. Em carta enviada à direção da OMS e da OMC nesta quarta, mais de 240 organizações internacionais alertam sobre os riscos que representam as propostas defendidas pelo governo Bolsonaro sobre vacinas.

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