Na Espanha, 71% rejeitam nova eleição

A realização de uma nova eleição na Espanha devido ao impasse político no país é rejeitada por 71% dos eleitores, que veem como únicos responsáveis pela atual situação os líderes dos grandes partidos, mostrou uma pesquisa publicada no sábado pelo jornal El País; segundo a sondagem elaborada pelo instituto Metroscopia, somente 27% dos entrevistados apoiam um novo pleito depois que duas eleições em menos de um ano produziram um Parlamento muito fragmentado, longe da formação de uma maioria absoluta

A realização de uma nova eleição na Espanha devido ao impasse político no país é rejeitada por 71% dos eleitores, que veem como únicos responsáveis pela atual situação os líderes dos grandes partidos, mostrou uma pesquisa publicada no sábado pelo jornal El País; segundo a sondagem elaborada pelo instituto Metroscopia, somente 27% dos entrevistados apoiam um novo pleito depois que duas eleições em menos de um ano produziram um Parlamento muito fragmentado, longe da formação de uma maioria absoluta
A realização de uma nova eleição na Espanha devido ao impasse político no país é rejeitada por 71% dos eleitores, que veem como únicos responsáveis pela atual situação os líderes dos grandes partidos, mostrou uma pesquisa publicada no sábado pelo jornal El País; segundo a sondagem elaborada pelo instituto Metroscopia, somente 27% dos entrevistados apoiam um novo pleito depois que duas eleições em menos de um ano produziram um Parlamento muito fragmentado, longe da formação de uma maioria absoluta (Foto: Romulo Faro)


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MADRI (Reuters) - A realização de uma nova eleição na Espanha devido ao impasse político no país é rejeitada por 71 por cento dos eleitores, que veem como únicos responsáveis pela atual situação os líderes dos grandes partidos, mostrou uma pesquisa publicada no sábado pelo jornal El País.

Segundo a sondagem elaborada pelo instituto Metroscopia, somente 27 por cento dos ouvidos apoiam um novo pleito depois que duas eleições em menos de um ano produziram um Parlamento muito fragmentado, longe da formação de uma maioria absoluta.

No caso de os partidos não chegarem a um acordo para a formação de um governo antes de 31 de outubro, haverá a convocação de uma eleição em dezembro.

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Caso isso ocorra, segundo a pesquisa, 37 por cento dos eleitores escolheria ficar em casa, o que seria a maior abstenção na história democrática da Espanha.

Segundo o El País, os que pagariam o preço mais alto seriam o partido socialista PSOE e o centrista Ciudadnos, já que apenas 46 e 45 por cento de seus apoiadores estariam dispostos a voltar às urnas.

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Os maiores beneficiários seriam o conservador Partido Popular (PP) e a frente de esquerda Unidos Podemos, que teriam 60 e 71 por cento de seus eleitores dispostos a votar novamente.

(Reporte de Tomás Cobos)

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