Mundo pode viver guerra comercial após decisão de Trump

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo, mostrou preocupação com o plano do presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifar importações de aço e alumínio, uma intervenção extremamente rara na política comercial de um membro da OMC; “A OMC está claramente preocupada com o anúncio dos planos dos EUA sobre tarifas de aço e alumínio. A potencial de escalada é real, como vimos a partir das respostas iniciais de outros”, disse ele em breve declaração da OMC; “Uma guerra comercial não é de interesse de ninguém. A OMC vai observar a situação de perto”

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo, mostrou preocupação com o plano do presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifar importações de aço e alumínio, uma intervenção extremamente rara na política comercial de um membro da OMC; “A OMC está claramente preocupada com o anúncio dos planos dos EUA sobre tarifas de aço e alumínio. A potencial de escalada é real, como vimos a partir das respostas iniciais de outros”, disse ele em breve declaração da OMC; “Uma guerra comercial não é de interesse de ninguém. A OMC vai observar a situação de perto”
O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo, mostrou preocupação com o plano do presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifar importações de aço e alumínio, uma intervenção extremamente rara na política comercial de um membro da OMC; “A OMC está claramente preocupada com o anúncio dos planos dos EUA sobre tarifas de aço e alumínio. A potencial de escalada é real, como vimos a partir das respostas iniciais de outros”, disse ele em breve declaração da OMC; “Uma guerra comercial não é de interesse de ninguém. A OMC vai observar a situação de perto” (Foto: Leonardo Attuch)


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GENEBRA (Reuters) - O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo, mostrou nesta sexta-feira preocupação com o plano do presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifar importações de aço e alumínio, uma intervenção extremamente rara na política comercial de um membro da OMC.

“A OMC está claramente preocupada com o anúncio dos planos dos EUA sobre tarifas de aço e alumínio. A potencial de escalada é real, como vimos a partir das respostas iniciais de outros”, disse ele em breve declaração da OMC.

“Uma guerra comercial não é de interesse de ninguém. A OMC vai observar a situação de perto.”

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Trump assumiu um tom desafiador nesta sexta-feira, dizendo que guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar, após anunciar na véspera que vai impor tarifas sobre importações de aço e alumínio ao país, o que desencadeou críticas globais e queda nos mercados acionários.

O plano foi criticado em um comitê da OMC em junho passado, e a confirmação de que Trump manteve sua intenção de seguir adiante causou protestos internacionais.

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Azevedo, ex-negociador comercial brasileiro, é normalmente extremamente diplomático e se abstém de quaisquer críticas a qualquer um dos 164 membros da OMC, dizendo que cabe a eles usar as regras e sistema de resolução de disputas da OMC para fazer as coisas funcionarem.

Mas o plano de tarifas de Trump é amplamente visto com uma possível ameaça ao sistema em si, já que se baseia em uma alegação de“segurança nacional”, área isenta das regras da OMC.

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Os países membros da OMC tradicionalmente se abstêm de citar segurança nacional por medo de que isso poderia dar uma cláusula de saída das regras que governam o comércio mundial há quase um quarto de século.

Se o uso da exceção da segurança nacional se disseminar, outras possíveis disputas comerciais onde isso poderia ser usado incluem uma briga sobre a lei de cibersegurança da China e na guerra econômica entre Rússia e Ucrânia.

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