Mulheres que acusam Trump de assédio cobram investigação do Congresso

Três mulheres que acusam o presidente norte-americano, Donald Trump, de má conduta sexual pediram nesta segunda-feira por uma investigação do Congresso sobre o comportamento em meio a uma onda de acusações semelhantes contra homens proeminentes em Hollywood, na imprensa e na política; nos últimos dois anos, mais de uma dezena de mulheres acusou Trump de realizar avanços sexuais não desejados antes de ele entrar na política

Três mulheres que acusam o presidente norte-americano, Donald Trump, de má conduta sexual pediram nesta segunda-feira por uma investigação do Congresso sobre o comportamento em meio a uma onda de acusações semelhantes contra homens proeminentes em Hollywood, na imprensa e na política; nos últimos dois anos, mais de uma dezena de mulheres acusou Trump de realizar avanços sexuais não desejados antes de ele entrar na política
Três mulheres que acusam o presidente norte-americano, Donald Trump, de má conduta sexual pediram nesta segunda-feira por uma investigação do Congresso sobre o comportamento em meio a uma onda de acusações semelhantes contra homens proeminentes em Hollywood, na imprensa e na política; nos últimos dois anos, mais de uma dezena de mulheres acusou Trump de realizar avanços sexuais não desejados antes de ele entrar na política (Foto: Gisele Federicce)


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Por Renita D. Young

NOVA YORK (Reuters) - Três mulheres que acusam o presidente norte-americano, Donald Trump, de má conduta sexual pediram nesta segunda-feira por uma investigação do Congresso sobre o comportamento em meio a uma onda de acusações semelhantes contra homens proeminentes em Hollywood, na imprensa e na política.

Nos últimos dois anos, mais de uma dezena de mulheres acusou Trump de realizar avanços sexuais não desejados antes de ele entrar na política.

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Três de suas acusadoras, Jessica Leeds, Rachel Crooks e Samantha Holvey, afirmaram em entrevista coletiva nesta segunda-feira que as acusações justificavam nova consideração dada a discussão mais ampla sobre assédio sexual na sociedade norte-americana.

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A Brave New Films, produtora de filmes sem fins lucrativos, produziu um vídeo com 16 das acusadoras de Trump e organizou a coletiva de imprensa em Nova York na segunda-feira. No filme, as mulheres acusam Trump de beijá-las sem sua permissão, agarrá-las por suas partes íntimas, colocar as mãos dentro de suas saias ou de fazer outros avanços não desejados.

O Congresso deve "colocar de lado suas afiliações partidárias e investigar o histórico de má conduta sexual do sr. Trump", disse Crooks, ex-recepcionista de empresa imobiliária, que foi apoiada por Leeds e Holvey.

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As mulheres disseram não acreditar que Trump deixará seu cargo por conta das alegações, mas que ele deve ser responsabilizado.

Trump e autoridades da Casa Branca negaram as alegações, algumas das quais datam de 1980.

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"Essas falsas afirmações, totalmente contestadas na maioria dos casos por relatos de testemunhas oculares, foram amplamente abordadas na campanha do ano passado e o povo americano expressou seu julgamento ao entregar uma vitória decisiva", disse um porta-voz da Casa Branca em comunicado divulgado nesta segunda-feira, questionando o momento da solicitação e as motivações políticas das mulheres.

Trump enfrenta ação judicial em um dos casos relacionados.

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Diversos homens de poder e alto escalão têm sido acusados nos últimos meses de conduta sexual inadequada, incluindo três membros do Congresso, o produtor de Hollywood Harvey Weinstein e o ex-âncora da NBC Matt Lauer.

A Reuters não verificou de maneira independente as acusações contra Trump, Weinstein, Lauer ou os três parlamentares.

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Nikki Haley, embaixadora norte-americana na Organização das Nações Unidas e uma das mulheres de mais alto escalão no governo Trump, afirmou no domingo que qualquer mulher que tenha se sentido mal tratada por um homem tem o direito de se pronunciar, mesmo que ela esteja acusando o presidente.

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