Muçulmanos pedem calma antes de novo Charlie Hebdo

As principais organizações muçulmanas da França apelaram a seus fiéis para "manter a calma e evitar reações emotivas", um dia antes da publicação da nova edição do jornal Charlie Hebdo, que terá na capa uma caricatura do profeta Maomé segurando um cartaz com a inscrição Je suis Charlie (Eu sou Charlie) e com o título: Tout est pardonné (Tudo está perdoado)

As principais organizações muçulmanas da França apelaram a seus fiéis para "manter a calma e evitar reações emotivas", um dia antes da publicação da nova edição do jornal Charlie Hebdo, que terá na capa uma caricatura do profeta Maomé segurando um cartaz com a inscrição Je suis Charlie (Eu sou Charlie) e com o título: Tout est pardonné (Tudo está perdoado)
As principais organizações muçulmanas da França apelaram a seus fiéis para "manter a calma e evitar reações emotivas", um dia antes da publicação da nova edição do jornal Charlie Hebdo, que terá na capa uma caricatura do profeta Maomé segurando um cartaz com a inscrição Je suis Charlie (Eu sou Charlie) e com o título: Tout est pardonné (Tudo está perdoado) (Foto: Gisele Federicce)


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Da Agência Lusa

As principais organizações muçulmanas da França apelaram hoje (13) a seus fiéis para "manter a calma e evitar reações emotivas", um dia antes da publicação da nova edição do jornal satírico Charlie Hebdo após o ataque terrorista da semana passada.

A edição de amanhã (14) terá na capa uma caricatura do profeta Maomé, segurando um cartaz com a inscrição Je suis Charlie (Eu sou Charlie) e com o título: Tout est pardonné (Tudo está perdoado).

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O Conselho Francês do Culto Muçulmano e a União das Organizações Islâmicas da França divulgaram hoje comunicado conjunto em que pedem à comunidade muçulmana que "mantenha a calma e evite reações emotivas que sejam incompatíveis com a sua dignidade" e que dê mostras de "respeito pela liberdade de expressão".

Muitos muçulmanos consideram ofensiva a publicação de desenhos ou caricaturas de Maomé, já que os princípios islâmicos proíbem a representação humana do profeta.

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Os atentados começaram com um ataque ao Charlie Hebdo. Depois de dois dias em fuga, os autores do ataque, os irmãos Said Kouachi e Cherif Kouachi, de 32 e 34 anos, foram mortos sexta-feira (9), por forças de elite francesas, em Dammartin-en-Goële, nos arredores de Paris.

Na quinta-feira (8), foi morta uma agente da polícia municipal, no sul de Paris. A polícia estabeleceu uma ligação entre os dois jihadistas suspeitos do atentado ao Charlie Hebdo e o assassinato da policial.

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