MP argentino intima vice a depor em caso de corrupção

Promotor Jorge Di Lello intimou o vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, a prestar depoimento para explicar seu suposto envolvimento no escândalo de corrupção 'Caso Ciccone'; Boudou é acusado de participar em "atividades incompatíveis" com seu cargo de servidor público e de enriquecimento ilícito quando era ministro

 Amado Boudou
Amado Boudou (Foto: Gisele Federicce)


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De Monica Yanakiew – Correspondente da Agência Brasil/EBC

O promotor Jorge Di Lello intimou o vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, nesta quinta-feira (6) a prestar depoimento para explicar seu suposto envolvimento no escândalo de corrupção conhecido como Caso Ciccone. Boudou é acusado de participar em "atividades incompatíveis" com seu cargo de servidor público e de enriquecimento ilícito, quando era ministro da Economia da presidenta Cristina Kirchner (2009-2011).

A Justiça está investigando Boudou por seu suposto uso de influência política para beneficiar a Gráfica Ciccone, que imprimia as notas de pesos argentinos. A empresa era controlada pela sociedade Old Fund, presidida por Alejandro Vandenbroele, que foi advogado e é amigo do sócio de Boudou, José Maria Nunez Carmona. As suspeitas são que Vanderbroele teria obtido uma moratória excepcional, para refinanciar a dívida da gráfica e contratos com o Estado, graças a Boudou.

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Boudou nega as acusações. Em 2012, a ex-mulher de Vanderbroele, Laura Munoz, acusou o ex-marido de ser testa de ferro de Boudou, complicando a situação do vice-presidente. Segundo ela, Vanderbroele teria admitido ter negócios ilegais com o então Ministro da Economia.

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