Movimento social chileno repudia acordo constitucional de Piñera e convoca nova greve geral

Entidade diz que acordo foi feito “entre quatro paredes e de costas para o povo”. Ainda, reivindica uma nova assembleia constituinte "com igualdade de gênero e de caráter plurinacional"

(Foto: Reuters)


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Por Victor Farinelli, para a Fórum – O movimento chileno Mesa de Unidade Social, que organiza as assembleias populares no Chile, divulgou neste sábado (16) um comunicado sobre o acordo entre o governo chileno e parte da oposição para realizar um plebiscito que criaria uma nova constituição.

No documento, a entidade que reúne mais de 200 organizações sociais e sindicais de defesa dos direitos humanos critica o acordo feito entre os políticos, que foi apelidado pejorativamente de “cozinha constitucional”, e que consideram ter sido feito “entre quatro paredes e de costas para o povo”.

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O comunicado também afirma que “só faz sentido resolver a situação que vivemos atualmente se for através de uma assembleia constituinte comprometida com a ruptura do modelo neoliberal imposto na ditadura, e conservada durante governos de direita e de centro-esquerda ao longo de 30 anos de democracia”.

Leia a íntegra na Fórum

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