Morales acusa EUA de promoverem golpe econômico contra Venezuela

O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou neste sábado (26) os Estados Unidos de promoverem um "golpe econômico" contra a Venezuela, após uma suposta tentativa de "intervenção" e sanções impostas por Washington ao governo do presidente Nicolás Maduro; "Como seu plano de intervenção falhou, os EUA executaram um golpe financeiro contra a Venezuela. Almagro, Fox e os demais golpistas cúmplices se calaram", escreveu Evo na sua conta no Twitter

22/02/2016 - Bolívia - Evo Morales e aliados em entrega de obras para ligar La Paz a El Alto, no dia em que boatos sobre sua derrota em referendo surgiram com apuração dos votos. Foto: Enzo de Luca/ ABI
22/02/2016 - Bolívia - Evo Morales e aliados em entrega de obras para ligar La Paz a El Alto, no dia em que boatos sobre sua derrota em referendo surgiram com apuração dos votos. Foto: Enzo de Luca/ ABI (Foto: José Barbacena)


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Agência Brasil - O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou neste sábado (26) os Estados Unidos de promoverem um "golpe econômico" contra a Venezuela, após uma suposta tentativa de "intervenção" e sanções impostas por Washington ao governo do presidente Nicolás Maduro. As informações são da Agência EFE.

"Como seu plano de intervenção falhou, os EUA executaram um golpe financeiro contra a Venezuela. Almagro, Fox e os demais golpistas cúmplices se calaram", escreveu Evo na sua conta no Twitter.

O presidente boliviano é um dos poucos líderes da região que apoia abertamente o governo venezuelano e que se mostra contrário às decisões do secretário-geral da OEA, Luis Almagro.

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Além disso, Evo teve uma discussão no Twitter com o ex-presidente mexicano Vicente Fox, a quem responsabilizou diretamente caso algo aconteça a Nicolás Maduro. O boliviano afirmou que as sanções econômicas de Washington vão contra os princípios de soberania e integração dos países-membros das Nações Unidas.

As medidas impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira (25) proíbem as "negociações em dívida nova e capital emitida pelo governo da Venezuela e a sua companhia petrolífera estatal (PDVSA)".

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A decisão do presidente americano se deve à instauração da Assembleia Constituinte na Venezuela, encarada pela oposição, diversos setores sociais e boa parte dos países da Europa e da América como um instrumento que levará o país ao totalitarismo.

Diante das sanções, Nicolás Maduro convidou investidores americanos para irem à Venezuela em busca de soluções para os "problemas criados por Donald Trump" para a economia do país.

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