Ministros da UE mostram pouca disposição para mais sanções contra a Rússia

Ministros de Relações Exteriores da União Europeia mostraram pouca disposição para aumentar a pressão sobre a Rússia no caso da Ucrânia, preferindo dar uma chance a um frágil acordo de cessar-fogo antes de decidir pela aplicação de mais sanções ou pela extensão das já existentes; segundo eles, a UE deveria considerar apertar as sanções caso o acordo de cessar-fogo seja seriamente violado por uma ofensiva separatista no porto ucraniano de Mariupol

Ministros de Relações Exteriores da União Europeia mostraram pouca disposição para aumentar a pressão sobre a Rússia no caso da Ucrânia, preferindo dar uma chance a um frágil acordo de cessar-fogo antes de decidir pela aplicação de mais sanções ou pela extensão das já existentes; segundo eles, a UE deveria considerar apertar as sanções caso o acordo de cessar-fogo seja seriamente violado por uma ofensiva separatista no porto ucraniano de Mariupol
Ministros de Relações Exteriores da União Europeia mostraram pouca disposição para aumentar a pressão sobre a Rússia no caso da Ucrânia, preferindo dar uma chance a um frágil acordo de cessar-fogo antes de decidir pela aplicação de mais sanções ou pela extensão das já existentes; segundo eles, a UE deveria considerar apertar as sanções caso o acordo de cessar-fogo seja seriamente violado por uma ofensiva separatista no porto ucraniano de Mariupol (Foto: Leonardo Lucena)


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RIGA (Reuters) - Ministros de Relações Exteriores da União Europeia mostraram pouca disposição neste sábado para aumentar a pressão sobre a Rússia no caso da Ucrânia, preferindo dar uma chance a um frágil acordo de cessar-fogo antes de decidir pela aplicação de mais sanções ou pela extensão das já existentes.

A maioria dos ministros em uma reunião da UE na capital da Letônia depositou suas esperanças no sucesso do último acordo firmado em Minsk e disseram que a UE deveria considerar apertar as sanções caso o acordo de cessar-fogo seja seriamente violado por uma ofensiva separatista no porto ucraniano de Mariupol.

Tanto o governo de Kiev quanto os separatistas pró-Rússia acusaram uns aos outros de violência desde o acordo do mês passado exigir a retirada de armas pesadas das linhas de frente no leste da Ucrânia.

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O ministro italiano Paolo Gentiloni viu "sinais animadores" no leste da Ucrânia.

"No momento não precisamos de mais sanções ou de renovações automáticas das (sanções) vigentes", disse ele a jornalistas.

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O ministro austríaco Sebastian Kurz concordou. "Há um vislumbre de esperança desde Minsk."

Os comentários refletem divisões da UE, composta por 28 países, sobre as sanções à Rússia, o maior fornecedor de energia ao bloco. Enquanto Grã-Bretanha, Polônia e os países bálticos adotam uma linha mais dura, muitos outros membros se mostram céticos em relação às sanções. A vitória de Alexis Tsipras na Grécia fortaleceu a postura mais branda.

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Uma decisão chave que a UE deve enfrentar em breve é estender ou não as sanções econômicas contra a Rússia que foram adotadas por um ano em julho de 2014. Uma decisão unânime é necessária para aprovar a extensão das atuais sanções.

(Por Adrian Croft e Alistair Scrutton)

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