Mídia chinesa diz que “Cúpula da Democracia” dos EUA termina como farsa
A reunião convocada por Joe Biden foi uma “farsa política”
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Rádio Internacional da China - A chamada “Cúpula da Democracia”, organizada pelos Estados Unidos, terminou na última sexta-feira (10). O perturbador da ordem social de Hong Kong, Law Kwun-chung, e a representante das autoridades de Taiwan, Audrey Tang, participaram e discursaram nessa “farsa política”, que foi realizada pelos EUA, que se aproveitou do título de democracia para incitar separações e confrontos, ao passo que busca garantir a hegemonia do próprio país.
De fato, ninguém vai tratar essa “Cúpula” com seriedade. As apresentações de Law Kwun-chung e Audrey Tang se assemelhavam a de palhaços. Law está foragido, pois é suspeito de crimes e de ser um agente político patrocinado pelos EUA por muitos anos. Apesar disso, foi convidado pelos Estados Unidos para difamar Hong Kong e a China na “Cúpula da Democracia”. Isso é um grande atropelo e mancha dos valores democráticos!
Audrey Tang também é líder do grupo de ghost-writers online que é patrocinado pelos EUA. Estes agentes, que sempre divulgam teses para incitar a violência, conspirar separações e interferir nas eleições, são realmente os principais inimigos da democracia.
O oferecimento do palco pelos EUA para separatistas da “independência de Taiwan” voltou a comprovar que as autoridades da ilha pretendem procurar a “independência” com a ajuda norte-americana. Além disso, algumas pessoas dos EUA esperam se aproveitar de Taiwan para controlar a China. Essas ações são a razão principal para a nova tensão na situação no Estreito de Taiwan.
O vice-chanceler russo, Sergey Ryabkov, apontou que se houver uma pequena mudança no título da cúpula, tem-se a “Cúpula Mundial da Hegemonia”, um nome mais sincero e adequado.
Mesmo antes da realização da “Cúpula da Democracia”, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra vários indivíduos e entidades chinesas. A “democracia dos EUA” mostra seu rosto hegemônico novamente.
A China, entretanto, nunca teve medo das sanções e medidas fortes norte-americanas, pois elas não impedirão os passos de avanço do país.
No mundo de hoje, a tendência de paz e cooperação continua sem cessar. As condutas da parte norte-americana contrariam a corrente histórica e são realizadas a partir de um julgamento equivocado da conjuntura mundial, revelando suas preocupações com o desvanecimento de sua “aura democrática”.
Atualmente, o mundo enfrenta desafios sem precedentes. A comunidade internacional precisa, mais do nunca, reforçar a união e a cooperação. Recomendaríamos aos EUA que deixem o pensamento da Guerra Fria de lado e façam mais coisas em prol dos interesses da comunidade internacional. Se continuarem andando de marcha ré na história, terão um final muito mais embaraçoso e fracassado.
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