Mídia chinesa afirma que provocações de políticos dos EUA são ameaças à estabilidade no Estreito de Taiwan
O conluio entre os EUA e as autoridades de Taiwan é verdadeira causa da intensificação da tensão no Estreito de Taiwan
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Rádio Internacional da China - A chamada “Cúpula da Democracia”, criada pelos EUA, realiza-se desde a quinta-feira (9). Para mostrar apoio às forças da “independência de Taiwan”, políticos estadunidenses divulgaram recentemente muitas falas infundadas. O conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, afirmou que os Estados Unidos tomarão todas as medidas possíveis para assegurar que “a parte continental chinesa nunca reunifique Taiwan por meio militar”.
Esta é mais uma tese enganadora lançada pelos EUA após a última hipótese de que “a parte continental invadirá Taiwan”, com a intenção de impor a culpa de prejudicar a estabilidade no Estreito de Taiwan à China e impedir a reunificação do país.
Sullivan disse que “os esforços feitos pelos EUA nos últimos oito meses na região Índico-Pacífica tiveram como objetivo evitar a ocorrência de invasões militares da parte continental chinesa”. Isso é meramente uma culpabilização das vítimas. Um grande montante de fatos revelaram que o conluio entre os EUA e as autoridades de Taiwan é realmente a causa da intensificação da tensão no Estreito de Taiwan.
Quais foram os “esforços” dos EUA nestes últimos oito meses? Foram o frequente envio de navios militares para passar pelo Estreito de Taiwan, as repetidas aterrissagens de aviões militares na ilha, a ajuda às autoridades de Taiwan para ampliar o “espaço internacional” e o convite para a participação na “Cúpula da Democracia”.
Vale lembrar que o governo estadunidense alegou sua adesão à política de “uma só China” e não apoio à “independência de Taiwan”, mas mesmo assim, chamou intencionalmente a ilha de “país” e criou oportunidades de fala para as autoridades da região, o que foi uma traição a seus compromissos e deixou o mundo envergonhado com sua conduta.
Muitas análises já apontaram que as promessas dos EUA sobre a segurança de Taiwan não passam de uma demonstração ilusória e um aproveitamento da ilha como meio para impedir o desenvolvimento chinês, comprador de armas de empresas de munições estadunidenses e ferramenta para desviar a atenção dos confrontos internos do país.
Algumas opiniões públicas nos EUA consideram que Taiwan se associa aos interesses essenciais da China. Se os EUA entrarem em confronto com a China com todos os seus esforços para “proteger Taiwan”, ocorrerá um desastre. A especialista estadunidense na questão de Taiwan, Bonnie Glaser, afirmou à imprensa que os compromissos de “proteger Taiwan” são “obviamente falsificados”.
A parte chinesa já explicitou sua atitude, que é mostrar de forma sincera e com os maiores esforços sua busca por uma reunificação pacífica dos dois lados do Estreito de Taiwan. Mas uma vez que as forças separatistas da “independência de Taiwan” lancem ameaças e provocações ou até mesmo quebrem a “linha vermelha”, o país adotará medidas resolutas.
As ameaças militares e diplomáticas dos EUA não exercerão nenhum efeito positivo. O convite para as autoridades de Taiwan participarem da “Cúpula da Democracia” não afetará o enquadramento firme de que a maioria dos países apoia o princípio de “uma só China”. Qualquer tentativa de usar Taiwan como meio para impedir o avanço da China terá fracasso completo.
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