Mercosul abre processo de expulsão da Venezuela do bloco

Mercosul decidiu ativar o mecanismo capaz de retirar a Venezuela como membro do bloco econômico; informação foi divulgada após reunião entre os chanceleres Eladio Loizaga, do Paraguai, Susana Malcorra, da Argentina, Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai, e Aloysio Nunes, do Brasil, - na capital argentina; eles resolveram ativar a cláusula democrática com relação à Venezuela no Mercosul por conta da "falta de separação de poderes" e por terem diagnosticado uma "ruptura da ordem democrática" no governo de Nicolás Maduro

Mercosul decidiu ativar o mecanismo capaz de retirar a Venezuela como membro do bloco econômico; informação foi divulgada após reunião entre os chanceleres Eladio Loizaga, do Paraguai, Susana Malcorra, da Argentina, Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai, e Aloysio Nunes, do Brasil, - na capital argentina; eles resolveram ativar a cláusula democrática com relação à Venezuela no Mercosul por conta da "falta de separação de poderes" e por terem diagnosticado uma "ruptura da ordem democrática" no governo de Nicolás Maduro
Mercosul decidiu ativar o mecanismo capaz de retirar a Venezuela como membro do bloco econômico; informação foi divulgada após reunião entre os chanceleres Eladio Loizaga, do Paraguai, Susana Malcorra, da Argentina, Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai, e Aloysio Nunes, do Brasil, - na capital argentina; eles resolveram ativar a cláusula democrática com relação à Venezuela no Mercosul por conta da "falta de separação de poderes" e por terem diagnosticado uma "ruptura da ordem democrática" no governo de Nicolás Maduro (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O Mercosul decidiu ativar o mecanismo capaz de retirar a Venezuela como membro do bloco econômico. A informação foi divulgada pelo ministro de Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, após reunião nesse sábado, 1º, entre os chanceleres Eladio Loizaga, do Paraguai, Susana Malcorra, da Argentina, e Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai - na capital argentina. O encontro aconteceu em Buenos Aires e durou cerca de quatro horas.

Eles resolveram ativar a cláusula democrática com relação à Venezuela no Mercosul por conta da "falta de separação de poderes" e por terem diagnosticado uma "ruptura da ordem democrática" no governo de Nicolás Maduro.

Em uma declaração conjunta chamada de "Levando em consideração a ruptura da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela", os chanceleres exortaram a Venezuela a garantir a separação dos poderes e a respeitar o cronograma eleitoral previsto.

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"Vimos claramente que tem havido uma intromissão sistemática do Tribunal Supremo de Justiça sobre a Assembleia Nacional e a questão do desacato tem sido usada sistematicamente ao longo do tempo (...) isso mostra que a separação dos poderes, que é a essência da ordem democrática, não se cumpre", disse a chanceler argentina, após o encontro.

"Estamos defendendo que se cumpra o cronograma eleitoral para a votação de governadores, que foram adiadas (em 2016), para autoridades regionais previstas para 2017 e para as presidenciais de 2018", completou a chanceler argentina.

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