Mercenários presos pela morte do presidente do Haiti dizem que objetivo não era matá-lo
Autoridades haitianas atribuíram o homicídio brutal contra Jovenel Moise a uma unidade de assassinos formada por 26 colombianos e 2 haitianos-americanos
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247 - Um grupo de americanos e colombianos de origem haitiana suspeitos de assassinar o agora ex-presidente do Haiti Jovenel Moise afirmou a investigadores que eles estavam no país para prendê-lo, não matá-lo. A ideia era levá-lo de sua casa para o Palácio Presidencial, de acordo com reportagem do jornal Miami Herald. A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo.
O agora ex-mandatário foi morto a tiros na madrugada de quarta-feira (7) em sua casa em Porto Príncipe. Autoridades haitianas atribuíram o assassinato a uma unidade de assassinos formada por 26 colombianos e 2 haitianos-americanos. A polícia matou três membros do suposto comando e seis estão foragidos.
Os dois americanos, James Solages e Joseph Vincent, afirmaram aos investigadores que eram tradutores da unidade colombiana que tinha um mandado de prisão. Mas encontraram Moise morto quando chegaram na casa.
Ainda segundo o Miami Herald, os colombianos detidos disseram que foram contratados para trabalhar como seguranças no Haiti pela empresa CTU Security, com sede em Miami, dirigida pelo venezuelano Antonio Enmanuel Intriago Valera.
Fotos e imagens de raio X postadas nas redes sociais no fim de semana supostamente da autópsia de Moise mostraram o corpo dele crivado de balas, um crânio fraturado e outros ossos quebrados, numa demonstração da brutalidade do ataque.
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