Médico dos EUA que contraiu vírus Ebola recebe alta

Kent Brantly recebeu o medicamento ZMapp, usado em alguns poucos pacientes no surto de Ebola na África Ocidental e produzido pela Mapp Biopharmaceutical, empresa com sede nos Estados Unidos. A Mapp diz que o estoque da droga está esgotado

epa04338069 A handout photo provided by Samaritan's Purse on 01 August 2014 shows Dr. Kent Brantly working at an Ebola treatment clinic in Foya, Liberia, 23 June 2014. Brantly and Nancy Writebol, who are now suffering from Ebola in Liberia, are scheduled
epa04338069 A handout photo provided by Samaritan's Purse on 01 August 2014 shows Dr. Kent Brantly working at an Ebola treatment clinic in Foya, Liberia, 23 June 2014. Brantly and Nancy Writebol, who are now suffering from Ebola in Liberia, are scheduled (Foto: Gisele Federicce)


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ABIDJAN (Reuters) - Um médico norte-americano que contraiu Ebola de pacientes que tinham o vírus na Libéria recebeu alta de um hospital nos Estados Unidos após ser submetido a tratamento com um medicamento experimental, informou a instituição de caridade da qual ele faz parte.

Kent Brantly recebeu o medicamento ZMapp, usado em alguns poucos pacientes no surto de Ebola na África Ocidental e produzido pela Mapp Biopharmaceutical, empresa com sede nos Estados Unidos. A Mapp diz que o estoque da droga está esgotado.

"Estou maravilhado com o espírito corajoso do dr. Brantly enquanto ele lutou contra esse vírus horrível com a ajuda de uma equipe muito competente e atenciosa no hospital da Universidade Emory", disse o presidente da Samaritan's Purse, Franklin Graham, em comunicado.

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A Organização Mundial de Saúde informou na quarta-feira que 2.473 pessoas foram infectados e 1.350 morreram desde a identificação do surto de Ebola em regiões remotas no sudeste da Guiné em março.

A OMS disse que nenhum caso da doença foi confirmado fora de Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria --países afetados pelo surto-- apesar de suspeitas terem surgido em outros lugares.

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Uma autoridade de saúde do Togo disse nesta quinta-feira que dois casos suspeitos, incluindo um velejador das Filipinas, foram examinados em busca do vírus.

Três médicos africanos, também tratados com o ZMapp na Libéria, demonstraram notáveis sinais de melhora, disse o ministro da Informação da Libéria, Lewis Brown, à Reuters na terça-feira.

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(Reportagem de Joe Bavier)

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