Marine Le Pen: atentado foi declaração de guerra

Líder da extrema-direita na França, Marine Le Pen afirma que tanto a esquerda quanto a direita não escutaram os alertas da FN sobre o "perigo" do fundamentalismo islâmico; segundo ela, é preciso "responder sem fraquejar" ao "totalitarismo religioso que mata todo dia centenas de inocentes no mundo"

Líder da extrema-direita na França, Marine Le Pen afirma que tanto a esquerda quanto a direita não escutaram os alertas da FN sobre o "perigo" do fundamentalismo islâmico; segundo ela, é preciso "responder sem fraquejar" ao "totalitarismo religioso que mata todo dia centenas de inocentes no mundo"
Líder da extrema-direita na França, Marine Le Pen afirma que tanto a esquerda quanto a direita não escutaram os alertas da FN sobre o "perigo" do fundamentalismo islâmico; segundo ela, é preciso "responder sem fraquejar" ao "totalitarismo religioso que mata todo dia centenas de inocentes no mundo" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Líder da extrema-direita na França, Marine Le Pen considerou o ataque ao jornal "Charlie Hebdo", que matou 12 pessoas e deixou uma dezena de feridos, como uma declaração de guerra do islamismo ao país.

Ontem, ela defendeu a volta da punição abolida do território francês em 1981: "Eu quero oferecer aos franceses um referendo sobre a pena de morte. Pessoalmente, penso que essa possibilidade deve existir".

Em entrevista à Folha de S. Paulo, ela  afirma que tanto a esquerda quanto a direita não escutaram os alertas da FN sobre o "perigo" do fundamentalismo islâmico. Diz ainda que é preciso "responder sem fraquejar" ao "totalitarismo religioso que mata todo dia centenas de inocentes no mundo" (leia aqui).

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