Manifestante protesta contra “ditadura” do BC europeu

Uma mulher em protesto contra o Banco Central Europeu subiu em uma mesa na frente do presidente do BCE, Mario Draghi, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira; "Fim da ditadura do BCE", gritava a mulher sobre a mesa, enquanto jogava confetes e pedaços de papel em cima de Draghi

Uma mulher em protesto contra o Banco Central Europeu subiu em uma mesa na frente do presidente do BCE, Mario Draghi, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira; "Fim da ditadura do BCE", gritava a mulher sobre a mesa, enquanto jogava confetes e pedaços de papel em cima de Draghi
Uma mulher em protesto contra o Banco Central Europeu subiu em uma mesa na frente do presidente do BCE, Mario Draghi, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira; "Fim da ditadura do BCE", gritava a mulher sobre a mesa, enquanto jogava confetes e pedaços de papel em cima de Draghi (Foto: Gisele Federicce)


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Por Jonathan Gould

FRANKFURT (Reuters) - Uma mulher em protesto contra o Banco Central Europeu subiu em uma mesa na frente do presidente do BCE, Mario Draghi, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira, interrompendo o evento tradicionalmente com clima tenso antes de ser retirada por seguranças.

"Fim da ditadura do BCE", gritava a mulher sobre a mesa, enquanto jogava confetes e pedaços de papel em cima de Draghi. Ela vestia uma camiseta com uma mensagem semelhante escrita na parte da frente.

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Em uma folha de papel que deixou para trás criticando "esta instituição ilegítima", a manifestante escreveu: "Uma entrevista coletiva não é suficiente para chamar de democracia... A dívida do BCE ainda não foi paga."

Assustado, Draghi ergueu as mãos à medida que a mulher jogava o confete. Após a breve interrupção, ele voltou ao microfone para continuar a entrevista coletiva.

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A mulher fez um V de vitória e sorriu quando dois homens vestidos com ternos cinza a retiraram do local, segurando seus braços e pernas.

O grupo de direitos das mulheres que se autodenomina Femen reivindicou a responsabilidade pelo protesto no Twitter. A polícia alemã disse ter detido uma mulher de 21 anos, natural de Hamburgo.

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Em um comunicado, o BCE disse que a ativista havia se registrado como jornalista e tinha passado por verificações de segurança antes de entrar no edifício.

O BCE tem se esforçado para se distanciar de questões políticas na Europa, mas muitos criticam o papel da instituição.

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Recentemente, protestos violentos em Frankfurt tiveram como alvo o BCE devido aos cortes de gastos exigidos na Grécia e em outros lugares.

(Reportagem adicional de Caroline Copley em Berlim)

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