Mais de 1 milhão pedem a Obama que deixe de considerar a Venezuela ameaça

Mais de 1 milhão de venezuelanos assinaram pedido para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anule decreto recente no qual considera a Venezuela "uma ameaça extraordinária e inusitada para a segurança nacional" norte-americana; coleta de assinaturas faz parte da campanha iniciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, denominada "A Venezuela não é uma ameaça, é esperança"

Mais de 1 milhão de venezuelanos assinaram pedido para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anule decreto recente no qual considera a Venezuela "uma ameaça extraordinária e inusitada para a segurança nacional" norte-americana; coleta de assinaturas faz parte da campanha iniciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, denominada "A Venezuela não é uma ameaça, é esperança"
Mais de 1 milhão de venezuelanos assinaram pedido para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anule decreto recente no qual considera a Venezuela "uma ameaça extraordinária e inusitada para a segurança nacional" norte-americana; coleta de assinaturas faz parte da campanha iniciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, denominada "A Venezuela não é uma ameaça, é esperança" (Foto: Gisele Federicce)


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Da Agência Lusa

Mais de 1 milhão de venezuelanos assinaram pedido para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anule decreto recente no qual considera a Venezuela "uma ameaça extraordinária e inusitada para a segurança nacional" norte-americana.

A coleta de assinaturas faz parte da campanha iniciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, denominada "A Venezuela não é uma ameaça, é esperança", que busca recolher 10 milhões de assinaturas até a 7ª Cúpula das Américas, marcada para 10 e 11 de abril, no Panamá.

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"Quero anunciar a toda a pátria venezuelana, com profundo agradecimento, que nesse domingo, 22 de março, superamos 1 milhão de assinaturas do povo (...) a dizer a Obama que anule o decreto já", disse o presidente da Câmara Municipal de Libertador e porta-voz do Partido Socialista Unido da Venezuela.

Jorge Rodriguez falou à imprensa nas proximidades da Praça Bolívar, de Caracas, onde o governo venezuelano instalou um dos pontos de coleta de assinaturas.

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No dia 9 de março, o presidente dos Estados Unidos determinou a aplicação de novas sanções a sete altos funcionários venezuelanos – entre eles o diretor-geral dos Serviços Secretos e o diretor da Polícia Nacional –, que acusa de violação dos direitos humanos. Eles ficam proibidos de entrar nos Estados Unidos e têm os bens congelados.

Obama declarou situação de emergência nacional nos EUA devido ao "extraordinário risco" que representa a situação na Venezuela para a segurança norte-americana.

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Segundo a ministra venezuelana de Relações Exteriores, Delcy Rodríguez, os Estados Unidos planejam ir além das sanções contra funcionários venezuelanos, e prepara um bloqueio econômico e comercial.

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