Maduro tomará posse e acusa Brasil de ajudar a tramar golpe de estado
"Um grupo de países do continente americano (…) concordou em incentivar um golpe na Venezuela em um evento sem paralelo na história da região para tentar ignorar tanto o governo democraticamente eleito quanto as instituições legitimamente constituídas", disse o chanceler venezuelano Jorge Arreaza à televisão estatal venezuelana
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Sputinik – O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, acusou os membros do Grupo Lima de incentivar um golpe de Estado contra o presidente Nicolás Maduro.
"Um grupo de países do continente americano (…) concordou em incentivar um golpe na Venezuela em um evento sem paralelo na história da região para tentar ignorar tanto o governo democraticamente eleito quanto as instituições legitimamente constituídas", disse o ministro à televisão estatal venezuelana.
O chanceler da Venezuela respondeu à declaração em que 13 países dos 14 membros do chamado Grupo de Lima indicam que eles não reconhecem a legitimidade do novo mandato presidencial de Maduro e pedem que o presidente a não assuma a posição e transfira os poderes do Poder Executivo até que novas eleições sejam realizadas.
O México foi o único país que não assinou a declaração.
"A República da Venezuela tem o prazer de informar que em 10 de janeiro o Presidente Nicolás Maduro Moros tomará posse legítima e constitucional da presidência da república para o período entre 2019 e 2025 em perfeita harmonia com o estabelecido na Constituição da República Bolivariana da Venezuela, que não requer o consentimento de qualquer governo estrangeiro", acrescentou.
Além disso, ele ressaltou que no último dia 20 de maio, Maduro foi reeleito em conformidade com todos os regulamentos eleitorais venezuelanos, com 67% dos votos validados pelo Conselho Nacional Eleitoral e 43,69% da participação popular.
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