Maduro será julgado por corrupção

A Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelos opositores do governo, aprovou o início do julgamento do presidente do país, Nicolás Maduro, por corrupção, apesar dos alertas do chavismo sobre a nulidade da ação; parlamentares também determinaram a sequência das investigações sobre corrupção sobre os "vínculos de Maduro com funcionários da empresa Odebrecht"

A Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelos opositores do governo, aprovou o início do julgamento do presidente do país, Nicolás Maduro, por corrupção, apesar dos alertas do chavismo sobre a nulidade da ação; parlamentares também determinaram a sequência das investigações sobre corrupção sobre os "vínculos de Maduro com funcionários da empresa Odebrecht"
A Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelos opositores do governo, aprovou o início do julgamento do presidente do país, Nicolás Maduro, por corrupção, apesar dos alertas do chavismo sobre a nulidade da ação; parlamentares também determinaram a sequência das investigações sobre corrupção sobre os "vínculos de Maduro com funcionários da empresa Odebrecht" (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência EFE

A Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelos opositores do governo, aprovou nesta terça-feira o início do julgamento do presidente do país, Nicolás Maduro, por corrupção, apesar dos alertas do chavismo sobre a nulidade da ação.

Os opositores aprovaram uma declaração que afirma que existem "méritos suficientes" para dar sequência ao processo de corrupção contra Maduro. A audiência da Assembleia Nacional, que durou duas horas, teve a presença de apenas dois deputados governistas.

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Além disso, os parlamentares da oposição determinaram a sequência das investigações sobre corrupção sobre os "vínculos de Maduro com funcionários da empresa Odebrecht".

"O acordo se sustentou no fato público e notório de que sobre o cidadão Nicolás Maduro recaem sérios questionamentos que o atribuem atos de corrupção vinculada à empresa Odebrecht", diz o documento.

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Os opositores ainda afirmam que a Venezuela é o único país da região que não investigou o escândalo envolvendo a construtora brasileira porque o governo "sequestrou a Justiça".

O caso foi elaborado a partir de uma denúncia feita ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega, que apresentou provas da participação de Maduro nas propinas da Odebrecht.

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A denúncia foi feita a um grupo de juristas venezuelanos que foram confirmados pelo parlamento como membros do Tribunal Supremo de Justiça em substituição a indicados pelo chavismo.

Esse grupo de juristas, que se autodenominou "Supremo Tribunal no exílio", não tem o reconhecimento de nenhuma figura do governo, salvo do parlamento de oposição.

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