Maduro rejeita ultimato europeu de convocar novas eleições presidenciais

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou neste domingo (3) um ultimato de países europeus para que convoque novas eleições presidenciais; a exigência europeia inclui a ameaça de reconhecimento do líder oposicionista, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela

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247, com Sputnik - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou neste domingo (3) um ultimato de países europeus para que convoque novas eleições presidenciais. A exigência europeia inclui a ameaça de reconhecimento do líder oposicionista, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela.

No dia 26 de janeiro, países europeus, entre eles, Alemanha, Espanha, França e Reino Unido, divulgaram um ultimato ao governo da Venezuela exigindo que fossem convocadas novas eleições no país. Caso contrário, os países seguiriam os passos dos Estados Unidos e reconheceriam a autoproclamação de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

O Estados Unidos têm mantido uma postura agressiva em relação a Nicolás Maduro e avançam com declarações mantendo a possibilidade de incursões militares como uma "opção sobre a mesa".

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Já Nicolás Maduro, reeleito presidente venezuelano em 2018, denuncia Washington por tentar orquestrar um golpe na Venezuela, e chamou Guaidó de "marionete dos EUA".

Apesar de não apoiar a ideia de novas eleições presidenciais, Maduro disse que é bem vinda a ideia de antecipação das eleições parlamentares, o que acredita ser "uma boa forma de discussão política".

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Atualmente, a Assembleia Nacional (Parlamento), é controlada pela oposição e liderada pelo antagonista de Maduro, Juan Guaidó. A Assembleia Nacional venezuelana declarou que Maduro é um "usurpador" e segue apoiando Guaidó.

Na segunda-feira passada (28) os EUA bloquearam todos os ativos da estatal petrolífera venezuelana PDVSA que estão sob jurisdição norte-americana. O EUA também impuseram um banimento sobre acordos com a empresa, dizendo agir em prol dos interesses do povo venezuelano. O presidente Maduro criticou as medidas e afirmou que elas se tratavam de tentativas de "roubar" patrimônio venezuelano.

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