Maduro pede investigação da ONU de ciberataque que provocou apagão

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta terça-feira (12) o apoio da ONU e de seus aliados Rússia e China para investigar o ciberataque dos Estados Unidos que provocou o apagão que afeta o país há cinco dias; "Vou pedir o apoio da ONU, China, Rússia, Irã e Cuba, países de grande experiência na defesa de ciberataques", declarou Maduro em rede nacional de rádio e TV

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247, com AFP - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta terça-feira (12) o apoio da ONU e de seus aliados Rússia e China para investigar o ciberataque dos Estados Unidos que provocou o apagão que afeta o país há cinco dias.

Vou pedir o apoio da ONU, China, Rússia, Irã e Cuba, países de grande experiência na defesa de ciberataques, declarou Maduro em rede nacional de rádio e TV.

O líder socialista criou uma comissão para investigar o ataque e informou que a estatal Corpoelec está próxima de restabelecer o fornecimento de energia, que paralisa a Venezuela desde a quinta-feira passada.

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Maduro reafirmou que a hidrelétrica de Guri - a principal do país - foi hackeada por Washington para apoiar a oposição venezuelana e tirá-lo do poder.

Com base nos trabalhos da comissão "vamos desvendar como foi o ataque, quem o fez, o que pretendiam e o que conseguiram", prometeu Maduro, que tem "provas de que a sabotagem foi encomendada pelo Pentágono e pelo Comando Sul, e dirigida de Houston e Chicago contra o sistema elétrico e de telecomunicações".

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Segundo Maduro, o objetivo era "provocar um conflito civil", o que representa "terrorismo e uma grave violação dos direitos humanos".

Isto é "apenas pela ambição do poder político, pela ambição imperialista dos Estados Unidos de colocar as mãos no petróleo, pela ambição de Donald Trump de somar a Venezuela à sua riqueza".

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Maduro culpa em particular o líder opositor Juan Guaidó.

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