Maduro fará consulta popular sobre Lei de Anistia
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que irá realizar "uma ampla consulta" popular antes de decidir se aprovará a Lei de Anistia aprovada pelo parlamento venezuelano, dominado pela oposição; para Maduro, consulta é importante para que a população "faça chegar suas "propostas e opiniões sobre o que deve fazer (...) com a lei criminosa que pretendem impor como um golpe de Estado"; "Já tenho a minha opinião, muito firme, mas quero escutar a opinião da nação, do povo venezuelano, sobre esta lei criminosa", completou; legislação visa tirar da prisão 76 pessoas consideradas presas políticas; muitas presas após uma onde protestos contra Maduro que que deixou saldo de mais de 70 mortos e 800 feridos
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que ira realizar "uma ampla consulta" antes de decidir se aprovará a Lei de Anistia aprovada pelo parlamento venezuelano, dominado pela oposição.
Maduro afirmou que estava abrindo a "consulta pública para que o povo, em todas as suas organizações de direitos humanos, movimentos sociais, partidos políticos e instituições" faça chegar suas "propostas e opiniões sobre o que deve fazer (...) com a lei criminosa que pretendem impor como um golpe de Estado".
"Já tenho a minha opinião, muito firme, mas quero escutar a opinião da nação, do povo venezuelano, sobre esta lei criminosa", completou.
A lei de Anistia aprovada pelo Parlamento é voltada para "presos e perseguidos por sua oposição ao chavismo", e foi aprovada por maioria na Assembleia Nacional. Legislação visa tirar da prisão 76 pessoas consideradas presas políticas, além de beneficiar "perseguidos e exilados" por sua oposição ao chavismo.
Em 2014, uma onda de protestos contra Maduro resultou no saldo de 43 pessoas mortas e outras 878 feridas.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247