Maduro: Brasil e Venezuela querem ‘destruir’ o Mercosul

Em nota divulgada nesta terça-feira, 4, o governo da Venezuela classificou como "ameaças" e "agressões" as afirmações dos presidentes do Brasil e da Argentina, Michel Temer e Mauricio Macri, de que o país tem até dezembro para se adequar às normas do Mercosul; para Nicolás Maduro, os dois "persistem em suas ações para implodir e destruir o Mercosul"; entre as principais regras que os países afirmam que a Venezuela não cumpriu estão as de respeito a direitos humanos e as de integração ao mercado econômico

Em nota divulgada nesta terça-feira, 4, o governo da Venezuela classificou como "ameaças" e "agressões" as afirmações dos presidentes do Brasil e da Argentina, Michel Temer e Mauricio Macri, de que o país tem até dezembro para se adequar às normas do Mercosul; para Nicolás Maduro, os dois "persistem em suas ações para implodir e destruir o Mercosul"; entre as principais regras que os países afirmam que a Venezuela não cumpriu estão as de respeito a direitos humanos e as de integração ao mercado econômico
Em nota divulgada nesta terça-feira, 4, o governo da Venezuela classificou como "ameaças" e "agressões" as afirmações dos presidentes do Brasil e da Argentina, Michel Temer e Mauricio Macri, de que o país tem até dezembro para se adequar às normas do Mercosul; para Nicolás Maduro, os dois "persistem em suas ações para implodir e destruir o Mercosul"; entre as principais regras que os países afirmam que a Venezuela não cumpriu estão as de respeito a direitos humanos e as de integração ao mercado econômico (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Em nota divulgada nesta terça-feira, 4, o governo da Venezuela criticou as afirmações dos presidentes do Brasil e da Argentina, Michel Temer e Mauricio Macri, de que o país tem até dezembro para se adequar às normas do Mercosul.

"A República Bolivariana da Venezuela, no exercício legítimo da Presidência 'pro tempore' do Mercosul, rejeita as ameaças e agressões proferidas pelo presidente da República Argentina, Mauricio Macri, e pelo presidente 'de facto' da República Federativa do Brasil, Michel Temer, que persistem em suas ações para implodir e destruir o Mercosul", diz o comunicado publicado pelo governo de Nicolás Maduro.

Em visita a Buenos Aires nessa segunda-feira, 3, Michel Temer disse que tem esperança de que Caracas cumpra os requisitos nos próximos dois meses e possa se integrar definitivamente ao bloco. Macri afirmou que se o país não regularizar sua situação, deixará de ser um membro "ativo". Entre as principais regras que os países afirmam que a Venezuela não cumpriu estão as de respeito a direitos humanos e as de integração ao mercado econômico.

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Para Caracas, a alegação de que o país não segue os requisitos se trata, na verdade, de "intolerância política e ideológica dos governos de direita", que pretendem "atacar a revolução bolivariana, seu governo e seu povo, para justificar, mediante artimanhas antijurídicas, procedimentos antidemocráticos destrutivos".

 

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