Macron e Merkel consideram violações do cessar-fogo na Ucrânia inaceitáveis

O presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, classificaram de "inaceitáveis" as crescentes violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e pediram que as partes em conflito assumam "as suas responsabilidades"; os dois políticos destacaram que a solução para a disputa que começou em 2014 na região entre o Exército ucraniano e milícias separatistas pro-Rússia pelo controle do território só pode ser "pacífica"

O presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, classificaram de "inaceitáveis" as crescentes violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e pediram que as partes em conflito assumam "as suas responsabilidades"; os dois políticos destacaram que a solução para a disputa que começou em 2014 na região entre o Exército ucraniano e milícias separatistas pro-Rússia pelo controle do território só pode ser "pacífica"
O presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, classificaram de "inaceitáveis" as crescentes violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e pediram que as partes em conflito assumam "as suas responsabilidades"; os dois políticos destacaram que a solução para a disputa que começou em 2014 na região entre o Exército ucraniano e milícias separatistas pro-Rússia pelo controle do território só pode ser "pacífica" (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência EFE

O presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, classificaram neste sábado (23) de "inaceitáveis" as crescentes violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e pediram que as partes em conflito assumam "as suas responsabilidades".

Os dois políticos destacaram, em comunicado divulgado pelo Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, que a solução para a disputa que começou em 2014 na região entre o Exército ucraniano e milícias separatistas pro-Rússia pelo controle do território só pode ser "pacífica".

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Macron e Merkel reafirmaram apoio "ao pleno respeito à soberania e à integridade territorial da Ucrânia" e o compromisso com a aplicação completa dos Protocolo de Minsk, assinados em fevereiro de 2015 pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.

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