Macri quer aproximação com Dilma e com o Brasil

Candidato de centro-direita na disputa presidencial da Argentina, o oposicionista Mauricio Macri, sinalizou querer uma maior aproximação com o Brasil e a presidente Dilma Rousseff,  "Para Dilma será mais fácil entrar em acordo comigo do que com Cristina [Cristina Kirchner, presidente da Argentina] ", afirmou; ele disse, ainda, que deseja manter "as melhores relações com a atual presidente do Brasil", além de esperar que a crise política e econômica do Brasil seja resolvida rapidamente; "Quanto melhor estiver o Brasil, melhor para a Argentina", destacou

Candidato de centro-direita na disputa presidencial da Argentina, o oposicionista Mauricio Macri, sinalizou querer uma maior aproximação com o Brasil e a presidente Dilma Rousseff,  "Para Dilma será mais fácil entrar em acordo comigo do que com Cristina [Cristina Kirchner, presidente da Argentina] ", afirmou; ele disse, ainda, que deseja manter "as melhores relações com a atual presidente do Brasil", além de esperar que a crise política e econômica do Brasil seja resolvida rapidamente; "Quanto melhor estiver o Brasil, melhor para a Argentina", destacou
Candidato de centro-direita na disputa presidencial da Argentina, o oposicionista Mauricio Macri, sinalizou querer uma maior aproximação com o Brasil e a presidente Dilma Rousseff,  "Para Dilma será mais fácil entrar em acordo comigo do que com Cristina [Cristina Kirchner, presidente da Argentina] ", afirmou; ele disse, ainda, que deseja manter "as melhores relações com a atual presidente do Brasil", além de esperar que a crise política e econômica do Brasil seja resolvida rapidamente; "Quanto melhor estiver o Brasil, melhor para a Argentina", destacou (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O candidato da oposição na disputa presidencial da Argentina, Mauricio Macri, sinalizou que deseja se aproximar do Brasil e da presidente Dilma Rousseff. "Para Dilma será mais fácil entrar em acordo comigo do que com Cristina", afirmou durante entrevista à imprensa. Macri disse que deseja manter "as melhores relações com a atual presidente do Brasil", além de afirmar esperar que a crise política e econômica do Brasil seja resolvida rapidamente. "Quanto melhor estiver o Brasil, melhor para a Argentina", observou.

Mauricio Macri, de centro-direita, lidera as pesquisas de intenção de voto no segundo turno da eleição presidencial argentina com oito pontos à frente do adversário Daniel Scioli, apoiado pela presidente Cristina Kirchner.

Macri disse que sob o seu comando, a Argentina intensificará o comércio com o Brasil, reavivando o Mercosul, que, segundo ele,  está "congelado no tempo". "No Mercosul, vamos poder comercializar mais livremente. Hoje, há todo tipo de restrições. Vivemos um paradoxo. Enquanto todo o mundo está se aproximando, o Mercosul está retrocedendo", afirmou.

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Ele também teceu críticas ao governo da Venezuela. "Vemos com muita preocupação e seguimos de perto o que acontece na Venezuela", destacou. Segundo ele, caso o presidente Nicolás Maduro não liberte os políticos presos, ele defenderá que o Mercosul acione a cláusula democrática, queque tem como um de seus princípios a liderança de governos democráticos no bloco econômico.

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