Macri: “Já que temos de fazer, o melhor é fazer já”
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, disse aos ministros: "Já que temos de fazer, o melhor é fazer já", escreve o articulista Raul Roa, no Clarin, acerca da decisão do governo argentino de pedir 30 bilhões de dólares emprestados ao FMI; "O presidente argentino quis mostrar e mostrar-se como alguém que toma decisões fortes e está disposto a pagar os custos dessas decisões"
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247 - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, disse aos ministros: "Já que temos de fazer, o melhor é fazer já", escreve o articulista Raul Roa, no Clarin, acerca da decisão do governo argentino de pedir 30 bilhões de dólares emprestados ao FMI. "O presidente argentino quis mostrar e mostrar-se como alguém que toma decisões fortes e está disposto a pagar os custos dessas decisões".
Segundo o articulista, "Macri recebeu contas públicas fora de controle, um Banco Central bagunçado e uma montanha de subsídios impagável. Tudo, mais uma inflação contida artificialmente. Escolheu o gradualismo para enfrentar a herança ou melhor seria dizer que elegeu o gradualismo por crer que seria o mal menor. Outra coisa é se não subestimou o tamanho da crise".
O governo ignora que ajuste fiscal o FMI vai exigir em contrapartida ao empréstimo.
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