Macri intervém em agências da "Ley de Medios"

Presidente argentino, Maurício Macri, seguiu o caminho de suas medidas de força, e extinguiu por decreto o mandato dos dirigentes das agências que controlam a aplicação das leis antimonopolistas na comunicação – a Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) e a Autoridad Federal de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (AFTIC), esta voltada para a Internet – e colocou os dois órgão sob intervenção por seis meses; 'o “probleminha” é que a “Ley de Medios” é, como o nome indica, uma lei', contesta Fernando Brito, do Tijolaço

Presidente argentino, Maurício Macri, seguiu o caminho de suas medidas de força, e extinguiu por decreto o mandato dos dirigentes das agências que controlam a aplicação das leis antimonopolistas na comunicação – a Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) e a Autoridad Federal de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (AFTIC), esta voltada para a Internet – e colocou os dois órgão sob intervenção por seis meses; 'o “probleminha” é que a “Ley de Medios” é, como o nome indica, uma lei', contesta Fernando Brito, do Tijolaço
Presidente argentino, Maurício Macri, seguiu o caminho de suas medidas de força, e extinguiu por decreto o mandato dos dirigentes das agências que controlam a aplicação das leis antimonopolistas na comunicação – a Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) e a Autoridad Federal de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (AFTIC), esta voltada para a Internet – e colocou os dois órgão sob intervenção por seis meses; 'o “probleminha” é que a “Ley de Medios” é, como o nome indica, uma lei', contesta Fernando Brito, do Tijolaço (Foto: Roberta Namour)


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Por Fernando Brito 

Depois de nomear por decreto dois ministros para a Suprema Corte argentina, sem aprovação do Senado, como manda a Constituição, o presidente argentino, Maurício Macri, seguiu o caminho de suas medidas de força.

Ontem, extinguiu por decreto o mandato dos dirigentes das agências que controlam a aplicação das leis antimonopolistas na comunicação – a Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) e a Autoridad Federal de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (AFTIC), esta voltada para a Internet – e colocou os dois órgão sob intervenção por seis meses.

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O ministro das Comunicações, Oscar Aguad, disse que “havia uma rebeldia” dos dirigentes dos órgãos contra a decisão de Macri de derrubar a “Ley de Meios”.

O “probleminha” é que a “Ley de Medios” é, como o nome indica, uma lei.

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Foi aprovada na Câmara dos Deputados por 146 votos a 3 e no Senado por 44 a 24.

Macri não se inibe e vai lançando seis “Decretos de Necessidade e Urgência”, espécie de Medidas Provisórias de lá.

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A direita não se inibe.

Aquem se lembra do vídeo “Além do Cidadão Kane” lembra da frase de Roberto Marinho:

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-Sim, eu uso o poder.

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