Lula e líderes sul-americanos condenam ingerência da OEA na Bolívia

Doze ex-presidentes, oito ex-chanceleres e 22 personalidades, incluindo Lula e Dilma, assinaram a declaração “Rejeição da ingerência na Bolívia” contra o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro e suas ações de ingerência contra a Bolívia

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert)


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247 - Doze ex-presidentes, oito ex-chanceleres e 22 personalidades, entre eles os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, assinaram nesta quinta-feira (1) a declaração “Rejeição da ingerência na Bolívia” contra o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro e suas ações de ingerência contra a Bolívia. 

Os signatários lamentam as declarações que o Secretário-Geral da OEA emitiu há duas semanas, desqualificando a Justiça boliviana, propondo a criação de uma Comissão Internacional para investigar a corrupção no país, além de querer definir o caminho para uma reforma do sistema judicial boliviano.

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Além de Lula e Dilma Rousseff, também assinam o documento Fernando Lugo, do Paraguai, José Pepe Mujica, do Uruguai, Rafael Correa, do Equador, Ernesto Samper, da Colômbia, Evo Morales, da Bolívia, Leonel Fernández, da República Dominicana, Manuel Zelaya de Honduras, Salvador Sánchez Ceren de El Salvador, Álvaro Colom e Vinicio Cerezo da Guatemala.

Golpe

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A Bolívia se recupera de um golpe de estado que retirou o presidente Evo Morales do poder, conduzindo Jeanine Áñez, a assumir a presidência interina.

Meses após sua queda, ela foi presa no dia 13 de março, escondida debaixo da cama, devido a uma denúncia apresentada em dezembro por Lidia Patty, ex-legisladora do Movimento Ao Socialismo (MAS, esquerda), de Morales.

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Segundo a denúncia, Áñez, o líder da região de Santa Cruz (leste), Luis Fernando Camacho, e vários ex-ministros, ex-militares, ex-policiais e civis, promoveram a queda de Morales de forma arbitrária em novembro de 2019. Ele estava havia 14 anos no poder.

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