Líderes progressistas latino-americanos condenam golpe na Bolívia
Após o golpe de Estado na Bolívia neste domingo, presidentes, chanceleres e líderes políticos progressistas sua condenação à violação da democracia no país andino
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Granma - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, expressou em sua conta no Twitter: "Condenamos categoricamente o consumado golpe de Estado contra o irmão irmão @evoespueblo. Os movimentos sociais e políticos do mundo se declaram em mobilização para exigir a preservação da vida dos povos indígenas bolivianos vítimas de racismo".
Por sua parte, o ex-presidente brasileiro e líder do Partido dos Trabalhadores do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, publicou também na rede social: "Acabei de ouvir que houve um golpe na Bolívia e que o companheiro @evoespueblo foi forçado a renunciar. É lamentável que a América Latina tenha uma elite econômica que não sabe conviver com a democracia e a inclusão social dos mais pobres".
A líder colombiana Piedad Córdoba alertou que: "Na Bolívia ocorre um golpe de Estado contra um presidente eleito. Com uma onda de violência, forçam Evo Morales a renunciar. Que fique claro !! Eles buscam estanho, prata, cobre e toda a riqueza da mineração da Bolívia. O FMI retornará, as privatizações eliminarão os subsídios!!".
Bruno Rodríguez, chanceler cubano, foi um dos primeiros a expressar o repúdio de Cuba à situação na Bolívia e expressou a solidariedade da ilha com o presidente derrubado, depois de pedir uma "mobilização mundial pela vida e pela liberdade de Evo" .
Na mesma linha, a líder do partido Morena, dopresidengte mexicano López Obrador, Yeidckol Polevnsky, considerou que os eventos na Bolívia são um "duro golpe na democracia na América Latina" e um precedente para "o retorno à violência". "Exigimos respeito pela vida, liberdade e integridade dos bolivianos", acrescentou.
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