Líderes de países da UE votam por unanimidade pela continuação das sanções contra a Rússia
UE diz que Rússia sofrerá consequências amplas e custos severos se esta tomar tomar mais medidas militares contra a Ucrânia
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Sputnik - Nesta quinta-feira (16), os líderes dos países membros da União Europeia (UE) votaram de forma unânime pela prorrogação de sanções contra a Rússia.
O resultado da votação realizada pela cúpula da UE, em Bruxelas, foi divulgado pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, em suas redes sociais.
Consequências amplas e custos severos ocorrerão se a Rússia tomar mais medidas militares contra a Ucrânia. Os líderes do Conselho Europeu concordaram por unanimidade em prorrogar sanções econômicas contra a Rússia. Pedimos à Rússia que cumpra sua parte do acordo e prossiga com a implementação de Minsk.
O documento oficial com as conclusões do encontro também reforça as palavras de Michel.
"O Conselho Europeu reitera o seu total apoio à integridade da soberania e do território da Ucrânia. Qualquer nova agressão militar contra a Ucrânia terá consequências e custo severo em resposta, incluindo medidas restritivas coordenadas com parceiros", diz o texto.
Mais cedo, os deputados do Parlamento Europeu também aprovaram uma resolução sobre o tema que abriu caminho novas sanções contra Moscou em caso de agravamento das tensões. O texto teve amplo apoio dos parlamentares, com 548 votos a favor e 69 contra, além de 54 abstenções.
As sanções à Rússia foram introduzidas durante a crise de 2014 na Ucrânia e após a decisão da Crimeia, via plebiscito, de se reintegrar à Rússia. O Ocidente acusou Moscou de se intrometer nos assuntos internos da Ucrânia – acusações negadas pela Rússia, que introduziu um embargo de alimentos como retaliação.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247